Em meio ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidirá sobre a possível responsabilização de Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento em uma suposta trama golpista, seu filho, Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro, criticou o empresário Pablo Marçal (PRTB) nas redes sociais. Marçal, que é candidato à prefeitura de São Paulo em 2024, […]
Em meio ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidirá sobre a possível responsabilização de Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento em uma suposta trama golpista, seu filho, Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro, criticou o empresário Pablo Marçal (PRTB) nas redes sociais. Marçal, que é candidato à prefeitura de São Paulo em 2024, foi questionado sobre sua posição em relação aos presos do 8 de janeiro, e Carlos expressou sua insatisfação com a falta de manifestação do empresário.
Carlos Bolsonaro afirmou: “Mais um dia se passa e por onde anda o tal do Marçal se manifestando sobre os presos políticos de 8 de janeiro.” Ele destacou que várias pessoas, com quem não tinha afinidade, já se posicionaram sobre o tema, enquanto Marçal permanece em silêncio. O vereador também compartilhou a tag #EleiçãoSemJBeGolpe, em um contexto que envolve a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), que liga Bolsonaro a ataques antidemocráticos ocorridos na mesma data.
Essa não é a primeira vez que Carlos critica Marçal. Em janeiro, ele se referiu ao empresário como “Farçal” e o acusou de tentar prejudicar seu pai. Durante as eleições do ano passado, quando a família Bolsonaro apoiou a reeleição de Ricardo Nunes (MDB), Carlos também respondeu a críticas de Marçal, que o chamou de “raivoso”, zombando da tentativa do empresário de se posicionar como parte da “nova direita”.
O contexto atual é tenso, com o julgamento de Bolsonaro em andamento e a possibilidade de que o PL da Anistia permita que ele seja incluído entre os perdoados. A situação gera um clima de incerteza e polarização, refletindo as divisões políticas no Brasil e as repercussões das ações de 8 de janeiro, que continuam a ser um ponto de discórdia entre diferentes grupos políticos.
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