Diversos grupos culturais e artísticos nos Estados Unidos foram notificados sobre o cancelamento de financiamentos do National Endowment for the Humanities (NEH) pela administração Trump. As cartas de rescisão, enviadas na quarta-feira, afirmam que os subsídios não atendem mais às “necessidades e prioridades” da agência. O NEH, que possui um orçamento anual de aproximadamente $210 milhões, está redirecionando seus recursos para alinhar-se à nova agenda do governo.
Os cancelamentos impactam conselhos estaduais e projetos já aprovados, comprometendo a vitalidade das humanidades no país. O diretor executivo da National Humanities Alliance, Stephen Kidd, destacou que muitos conselhos dependem desse financiamento para manter museus e projetos comunitários. Estima-se que os conselhos esperavam receber cerca de $65 milhões do NEH.
A situação gerou reações de políticos, como a deputada Chellie Pingree, que criticou a justificativa de mudança nas prioridades federais. Ela afirmou que os subsídios já haviam sido aprovados pelo Congresso e que os cancelamentos representam um “alvo ideológico”. O descontentamento também se manifestou nas redes sociais, com acadêmicos expressando sua frustração, como no caso de um subsídio de $500 mil para a construção de um centro de humanidades em uma universidade de Ohio.
Os cortes afetam 56 estados e jurisdições, com valores de financiamento variando conforme a população. Por exemplo, Texas receberia aproximadamente $3,4 milhões, enquanto North Dakota teria cerca de $900 mil. A situação permanece incerta, mas as consequências para as humanidades nos Estados Unidos são evidentes e preocupantes.
Diversos grupos culturais e artísticos nos Estados Unidos foram informados sobre o cancelamento de financiamentos do National Endowment for the Humanities (NEH) pela administração Trump. As cartas de rescisão, enviadas na quarta-feira, afirmam que os subsídios não atendem mais às “necessidades e prioridades” da agência. O NEH, que possui um orçamento anual de aproximadamente $210 milhões, está redirecionando seus recursos para alinhar-se à nova agenda do governo.
O impacto das cancelamentos é significativo, afetando conselhos estaduais e projetos que já haviam sido aprovados. O diretor executivo da National Humanities Alliance, Stephen Kidd, destacou que esses cortes comprometem a vitalidade das humanidades no país, uma vez que muitos conselhos dependem desse financiamento para manter museus e projetos comunitários. Estima-se que os conselhos esperavam receber cerca de $65 milhões do NEH.
A situação gerou reações de políticos, como a deputada Chellie Pingree, que criticou a justificativa de mudança nas prioridades federais. Ela afirmou que os subsídios já haviam sido aprovados pelo Congresso e que os cancelamentos representam um “alvo ideológico”. O descontentamento também se manifestou nas redes sociais, com acadêmicos expressando sua frustração, como no caso de um subsídio de $500 mil para a construção de um centro de humanidades em uma universidade de Ohio.
Os cortes afetam 56 estados e jurisdições, com valores de financiamento variando conforme a população. Por exemplo, Texas receberia aproximadamente $3,4 milhões, enquanto North Dakota teria cerca de $900 mil. A situação permanece incerta, mas as consequências para as humanidades nos Estados Unidos são evidentes e preocupantes.
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