Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) consideram insatisfatório o desempenho do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nas intenções de voto para a presidência em 2026. Segundo pesquisa da Quaest, Tarcísio alcança apenas 15% das preferências, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) e Pablo Marçal (PRTB) têm 14% e 11%, respectivamente. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, dia três de abril.
Em um possível segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Tarcísio teria 37% das intenções de voto, contra 43% do petista. O governador apresenta o mesmo percentual se o adversário for Pablo Marçal, mas fica atrás de Michelle, que teria 38%. Críticos próximos a Bolsonaro afirmam que Tarcísio não demonstra habilidade política, o que é preocupante para um governador de um estado tão influente.
Os aliados de Bolsonaro ressaltam que os 14% de Michelle, mesmo sem cargo político, evidenciam a força da marca “Bolsonaro”. O ex-presidente busca viabilizar a candidatura de um membro de sua família, já que está inelegível. Entre as opções estão Michelle ou o filho Eduardo, que poderiam liderar uma chapa ou atuar como vice, em uma estratégia semelhante à de Lula em 2018.
Para que Tarcísio ganhe tração nas eleições, será necessário que ele melhore sua comunicação e desenvolva uma identidade política própria. A pressão para que ele se destaque é alta, considerando que os números atuais são considerados baixos para um governador de São Paulo que almeja a presidência.
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) consideram insatisfatório o desempenho do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nas intenções de voto para a presidência em 2026. Segundo pesquisa da Quaest, Tarcísio alcança apenas 15% das preferências, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) e Pablo Marçal (PRTB) têm 14% e 11%, respectivamente. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, dia três de abril.
Em um possível segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Tarcísio teria 37% das intenções de voto, contra 43% do petista. O governador apresenta o mesmo percentual se o adversário for Pablo Marçal, mas fica atrás de Michelle, que teria 38%. Críticos próximos a Bolsonaro afirmam que Tarcísio não demonstra habilidade política, o que é preocupante para um governador de um estado tão influente.
Os aliados de Bolsonaro ressaltam que os 14% de Michelle, mesmo sem cargo político, evidenciam a força da marca “Bolsonaro”. O ex-presidente busca viabilizar a candidatura de um membro de sua família, já que está inelegível. Entre as opções estão Michelle ou o filho Eduardo, que poderiam liderar uma chapa ou atuar como vice, em uma estratégia semelhante à de Lula em 2018.
Para que Tarcísio ganhe tração nas eleições, será necessário que ele melhore sua comunicação e desenvolva uma identidade política própria. A pressão para que ele se destaque é alta, considerando que os números atuais são considerados baixos para um governador de São Paulo que almeja a presidência.
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