Os auditores da Receita Federal estão em greve há mais de quatro meses, o que tem gerado atrasos significativos nos serviços fiscais e impactos na economia. A paralisação, segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional), está afetando a restituição do Imposto de Renda e a disponibilização da declaração pré-preenchida, que foi liberada apenas em 1º de abril, duas semanas após o início do prazo oficial para envio das declarações.
A categoria reivindica um aumento no salário-base de R$ 29 mil para R$ 32 mil, citando perdas inflacionárias desde 2016. O governo argumenta que os auditores já receberam um aumento de 9% em 2023 e um bônus de produtividade que pode chegar a R$ 3 mil mensais. Contudo, os auditores consideram que esse bônus não deve ser incluído no salário e pedem equiparação com outras categorias que tiveram reajustes.
Os efeitos da greve são evidentes, com estimativas de que R$ 14 bilhões em tributos deixaram de ser arrecadados devido à lentidão nos trâmites fiscais. No Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), discussões sobre processos que somam R$ 145 bilhões estão paralisadas. No comércio exterior, os prejuízos logísticos já somam R$ 3,5 bilhões, com mais de 600 mil encomendas retidas nas unidades da Receita em todo o país.
O impasse salarial continua sem solução, aumentando o risco de novos atrasos no cronograma de restituições do Imposto de Renda e pressionando o governo em um cenário de arrecadação abaixo do esperado. A situação permanece crítica, com os auditores reafirmando sua adesão à greve em assembleia realizada em 28 de março.
A greve dos auditores da Receita Federal, que já se estende por mais de quatro meses, está causando impactos significativos nos serviços fiscais e na economia. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional), a paralisação tem atrasado a restituição do Imposto de Renda e a disponibilização da declaração pré-preenchida, que foi liberada apenas em 1º de abril, duas semanas após o início do prazo oficial para envio das declarações.
Os auditores reivindicam um aumento no salário-base de R$ 29 mil para R$ 32 mil, citando perdas inflacionárias acumuladas desde 2016. O governo, por sua vez, argumenta que a categoria já recebeu um aumento de 9% em 2023 e um bônus de produtividade que pode chegar a R$ 3 mil mensais. No entanto, os auditores consideram que esse bônus não deve ser considerado parte do salário e exigem equiparação com outras categorias que obtiveram reajustes.
Os efeitos da greve são evidentes, com estimativas de que R$ 14 bilhões em tributos deixaram de ser arrecadados devido à lentidão nos trâmites fiscais. No Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), discussões sobre processos que somam R$ 145 bilhões estão travadas. No comércio exterior, os prejuízos logísticos já alcançam R$ 3,5 bilhões, com mais de 600 mil encomendas retidas nas unidades da Receita em todo o país.
O impasse salarial continua sem uma solução à vista, aumentando o risco de novos atrasos no cronograma de restituições do Imposto de Renda e pressionando o governo em um cenário de arrecadação abaixo do esperado. A situação permanece crítica, com os auditores reafirmando sua adesão à greve em assembleia realizada em 28 de março.
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