A Universidade Harvard recebeu uma carta de uma força-tarefa federal com exigências que podem afetar quase US$ 9 bilhões em financiamento federal. As demandas incluem a eliminação de programas de diversidade, equidade e inclusão, além da proibição do uso de máscaras em protestos no campus. A carta também solicita “cooperação total” com o Departamento de Segurança Interna e outros reguladores federais para garantir conformidade.
Essa notificação ocorre após os departamentos de Educação, Saúde e Serviços Humanos, e Administração de Serviços Gerais dos Estados Unidos anunciarem a revisão de US$ 8,7 bilhões em subsídios e mais de US$ 255 milhões em contratos com Harvard. O presidente da universidade, Alan Garber, expressou preocupação, afirmando que a revogação do financiamento poderia interromper pesquisas essenciais e inovações.
Nos últimos quinze meses, Harvard tem reforçado suas regras para lidar com o antissemitismo, um tema que ganhou destaque após a guerra entre Israel e Hamas. Em resposta às pressões do governo, quase 800 membros do corpo docente assinaram uma carta pedindo que a universidade resistisse às exigências e defendesse os princípios de liberdade de expressão e investigação.
Outras instituições, como a Brown University, também enfrentam revisões semelhantes, podendo perder mais de US$ 500 milhões em financiamento federal. A Universidade de Columbia já teve um corte de US$ 400 milhões em resposta a alegações de tolerância ao antissemitismo, refletindo um movimento mais amplo contra universidades que não atendem às demandas do governo.
A Universidade Harvard recebeu, na quinta-feira (3), uma carta de uma força-tarefa federal com exigências que podem impactar quase US$ 9 bilhões em financiamento federal. As demandas incluem a eliminação de programas de diversidade, equidade e inclusão, além da proibição de máscaras em protestos no campus. A carta também solicita “cooperação total” com o Departamento de Segurança Interna e reguladores federais para garantir a conformidade.
Essa notificação ocorre após os departamentos de Educação, Saúde e Serviços Humanos, e Administração de Serviços Gerais dos Estados Unidos anunciarem a revisão de US$ 8,7 bilhões em subsídios e mais de US$ 255 milhões em contratos com Harvard. O presidente da universidade, Alan Garber, expressou preocupação, afirmando que a revogação do financiamento poderia interromper pesquisas essenciais e inovações.
Nos últimos quinze meses, Harvard tem reforçado suas regras para lidar com o antissemitismo, um tema que ganhou destaque após a guerra entre Israel e Hamas. Em resposta às pressões do governo, quase 800 membros do corpo docente assinaram uma carta pedindo que a universidade resistisse às exigências e defendesse os princípios de liberdade de expressão e investigação.
Outras instituições, como a Brown University, também enfrentam revisões semelhantes, podendo perder mais de US$ 500 milhões em financiamento federal. A Universidade de Columbia já teve um corte de US$ 400 milhões em resposta a alegações de tolerância ao antissemitismo, refletindo um movimento mais amplo contra universidades que não atendem às demandas do governo.
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