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Ministério da Gestão inova com código de barras para identificação de candidatos no CPNU 2

- A segunda edição do CPNU usará código de barras para identificação dos candidatos. - Edital unificado será adotado, simplificando a estrutura anterior de documentos. - Provas estão previstas para o segundo semestre de 2025, sem edição em 2026. - Novas carreiras de Analista Técnico serão incluídas, ampliando as oportunidades. - A expectativa é que a nova tecnologia agilize correção e divulgação de resultados.

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou que a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) implementará um novo sistema de identificação por código de barras no cartão-resposta. Essa mudança visa reduzir erros de transcrição que ocorreram na primeira edição, onde muitos candidatos não marcaram corretamente o gabarito. A ministra Esther Dweck afirmou que o novo sistema permitirá que a prova seja automaticamente vinculada ao candidato, permitindo que ele se concentre apenas no conteúdo da avaliação.

Cada caderno de questões terá um código único, garantindo o anonimato dos candidatos durante a correção e aumentando a imparcialidade do processo. O MGI acredita que essa inovação também facilitará a correção e a divulgação dos resultados, que na primeira edição levaram 194 dias para serem publicados, muito além do prazo previsto.

Outra mudança significativa será a criação de um edital unificado, que substituirá os oito documentos separados utilizados anteriormente. As provas estão programadas para serem aplicadas no segundo semestre de 2025, com a escolha da banca examinadora a ser anunciada em abril.

Além disso, o concurso incluirá duas novas carreiras: Analista Técnico de Justiça e Defesa e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico, ambas de nível superior. A primeira edição do CPNU teve mais de 2,11 milhões de inscritos e ofereceu 6.640 vagas em 21 órgãos federais.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou que a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) implementará um sistema de identificação por código de barras no cartão-resposta. Essa mudança visa evitar erros de transcrição, como os relatados por candidatos na primeira edição, onde muitos não marcaram corretamente o gabarito. A ministra Esther Dweck destacou que o novo sistema permitirá que a prova seja automaticamente vinculada ao candidato, garantindo que ele se concentre apenas no conteúdo da avaliação.

A nova tecnologia incluirá um código único em cada caderno de questões, assegurando o anonimato dos candidatos durante a correção, o que busca aumentar a imparcialidade do processo. O MGI acredita que essa inovação também facilitará a correção e a divulgação dos resultados, que na primeira edição demoraram 194 dias para serem publicados, muito além do prazo inicial de 25 de novembro.

Outro aspecto importante para a segunda edição do CPNU é a criação de um edital unificado, que substituirá os oito documentos separados utilizados anteriormente. Na primeira edição, os editais eram divididos conforme as áreas das vagas em 21 órgãos federais, com apenas um documento destinado a cargos de nível médio. A aplicação das provas está prevista para o segundo semestre de 2025, com a escolha da banca examinadora sendo anunciada em abril.

Além disso, o concurso incluirá duas novas carreiras: Analista Técnico de Justiça e Defesa e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico, ambas de nível superior. Essas carreiras transversais podem ser exercidas em diversos órgãos da administração pública federal. A primeira edição do CPNU teve mais de 2,11 milhões de inscritos e ofereceu 6.640 vagas.

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