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Ministro Nunes Marques pede vista e empata julgamento sobre condenações de Palocci

- O ministro Nunes Marques pediu vista no julgamento das condenações de Palocci. - O placar atual está empatado em 2 a 2, com decisão crucial à vista. - A defesa busca anulação semelhante à de Marcelo Odebrecht, em 2024. - A PGR recorreu da anulação proposta por Toffoli, defendendo as condenações. - Palocci, condenado em 2017, teve sua sentença anulada pelo STJ após dois anos.

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O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista no julgamento que pode anular as condenações de Antônio Palocci, ex-ministro condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. O placar está empatado em 2 a 2, e os ministros têm até noventa dias para retomar a análise, que ocorre em ambiente virtual. A defesa de Palocci busca a mesma decisão que foi concedida a Marcelo Odebrecht em maio de 2024.

Em fevereiro, o relator do caso, Dias Toffoli, decidiu anular o processo contra Palocci, alegando a existência de um “conluio” e invalidando todos os procedimentos assinados pelo ex-juiz Sergio Moro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu da decisão, solicitando que o parecer de Toffoli fosse reconsiderado. O que está sendo votado atualmente é esse recurso da PGR.

Toffoli e o ministro Gilmar Mendes votaram pela rejeição do recurso da PGR, mantendo as ações penais contra Palocci anuladas. Por outro lado, os ministros Edson Fachin e André Mendonça divergem, apoiando o recurso da PGR e defendendo a manutenção das condenações. Com o empate, o voto de Nunes Marques se torna crucial para a definição do caso.

Fachin argumentou que os casos de Palocci e Odebrecht são distintos, o que impede a extensão da decisão. Mendonça classificou o recurso da PGR como “imparcial à lei”. Palocci, que foi preso em 2016 e condenado a doze anos de prisão, teve sua sentença considerada nula pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) após dois anos detido.

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou vista no julgamento que pode anular as condenações de Antônio Palocci, ex-ministro condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. O placar atual está empatado em 2 a 2, e os ministros têm até noventa dias para retomar a análise, que ocorre em ambiente virtual. A defesa de Palocci busca a mesma decisão que foi concedida a Marcelo Odebrecht em maio de 2024.

Em fevereiro, o relator do caso, Dias Toffoli, decidiu anular o processo contra Palocci, alegando a existência de um “conluio” e invalidando todos os procedimentos assinados pelo ex-juiz Sergio Moro. Em resposta, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu da decisão, solicitando que o parecer de Toffoli fosse reconsiderado. O que está sendo votado atualmente é esse recurso da PGR.

Toffoli e o ministro Gilmar Mendes votaram pela rejeição do recurso da PGR, mantendo as ações penais contra Palocci anuladas. Por outro lado, os ministros Edson Fachin e André Mendonça divergem, apoiando o recurso da PGR e defendendo a manutenção das condenações. Com o empate, o voto de Nunes Marques se torna crucial para a definição do caso.

Fachin argumentou que os casos de Palocci e Odebrecht são distintos, o que impede a extensão da decisão. Mendonça classificou o recurso da PGR como “imparcial à lei”. Palocci, que foi preso em 2016 e condenado a doze anos de prisão, teve sua sentença considerada nula pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) após dois anos detido.

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