O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, anunciou que a Prefeitura está considerando a desativação do Elevado João Goulart, conhecido como Minhocão. Essa proposta faz parte de um projeto que visa estender a Avenida Marquês de São Vicente até o bairro do Tatuapé, na zona leste da cidade. O novo corredor viário terá seis vírgula nove quilômetros e conectará a Avenida Sérgio Tomás, na zona oeste, à Salim Farah Maluf, na zona leste.
Nunes explicou que a extensão da avenida ajudará a aliviar o trânsito e a redistribuir o fluxo de veículos que atualmente utiliza o Minhocão. O estudo para essa mudança está sendo realizado pela SPUrbanismo, uma empresa pública ligada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, e ainda está em fase de análise. A decisão sobre o futuro do elevado será debatida com a população.
Inaugurado em mil novecentos e setenta e um, o Minhocão tem sido alvo de discussões sobre sua permanência. Nos finais de semana e à noite, o espaço é fechado para o tráfego e se transforma em área de lazer para pedestres e ciclistas. O prefeito destacou que a discussão sobre a demolição ou requalificação do Minhocão será aberta à sociedade, dada a polêmica em torno do tema.
A proposta de desativação do Minhocão reflete uma reavaliação do uso de espaços urbanos em São Paulo. A gestão municipal busca alternativas que melhorem a mobilidade e a qualidade de vida na cidade, considerando a opinião dos cidadãos sobre o futuro desse importante ponto da infraestrutura paulistana.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou que a Prefeitura está avaliando a desativação do Elevado João Goulart, conhecido como Minhocão. Essa proposta está inserida no projeto de extensão da Avenida Marquês de São Vicente, que se estenderá até o bairro do Tatuapé, na zona leste da cidade. O novo corredor viário terá seis vírgula nove quilômetros e conectará a Avenida Sérgio Tomás, na zona oeste, à Salim Farah Maluf, na zona leste.
Nunes afirmou que essa extensão ajudará a desafogar o trânsito e a redistribuir o fluxo de veículos que atualmente utiliza o Minhocão. O estudo para essa mudança está sendo conduzido pela SPUrbanismo, uma empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), e ainda está em fase de análise. A decisão sobre o futuro do elevado será discutida com a população.
O Minhocão, inaugurado em 1971, tem sido alvo de debates sobre sua permanência. Nos finais de semana e à noite, o espaço é fechado para o tráfego e se transforma em área de lazer para pedestres e ciclistas, servindo como modelo para projetos de urbanismo tático. O prefeito destacou que a discussão sobre a demolição total ou requalificação do Minhocão será aberta à sociedade, considerando a polêmica em torno do tema.
A proposta de desativação do Minhocão reflete um movimento mais amplo de reavaliação do uso de espaços urbanos em São Paulo. A gestão municipal busca alternativas que melhorem a mobilidade e a qualidade de vida na cidade, ao mesmo tempo em que considera a opinião dos cidadãos sobre o futuro desse importante ponto da infraestrutura paulistana.
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