Quatro senadores republicanos se uniram aos democratas para votar a favor da anulação das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump sobre produtos do Canadá. A resolução foi aprovada com cinquenta e um votos a quarenta e oito, mas sua efetividade é questionável, pois o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, afirmou que não será sancionada. Essa votação evidencia a crescente divisão dentro do Partido Republicano em relação à política tarifária de Trump.
Os senadores Mitch McConnell, Rand Paul, Susan Collins e Lisa Murkowski expressaram preocupações sobre as tarifas, que variam de dez a cinquenta por cento, afetando tanto aliados quanto adversários dos Estados Unidos. McConnell, ex-líder do partido no Senado, criticou as tarifas, afirmando que “guerras comerciais com nossos parceiros prejudicam mais os trabalhadores” e que tarifas elevam o custo de bens e serviços, representando um imposto sobre os trabalhadores americanos.
Para limitar o poder do presidente sobre tarifas, o senador Chuck Grassley, de Iowa, se juntou à democrata Maria Cantwell, de Washington, para propor um projeto de lei bipartidário. Se aprovado, o projeto exigiria que o presidente notificasse o Congresso sobre novas tarifas e obtivesse sua aprovação. Embora as chances de aprovação sejam baixas, a proposta destaca o desconforto e as divisões entre os republicanos em um contexto de crescente protecionismo.
Esses eventos refletem a fragilidade do controle de Trump sobre o Senado e a resistência de alguns membros do Partido Republicano em relação a suas políticas. As ações dos senadores desertores e a proposta de Grassley indicam uma busca por maior controle legislativo sobre a imposição de tarifas, evidenciando a complexidade das relações políticas atuais nos Estados Unidos.
Quatro senadores republicanos se uniram aos democratas em uma votação que buscava anular as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump sobre produtos canadenses. A resolução foi aprovada por cinquenta e um votos a quarenta e oito, mas sua eficácia é questionável, já que o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, afirmou que não será sancionada. Essa ação revela a crescente divisão dentro do Partido Republicano, especialmente em relação à política tarifária de Trump.
Os senadores Mitch McConnell, Rand Paul, Susan Collins e Lisa Murkowski expressaram suas preocupações sobre as tarifas, que variam de dez a cinquenta por cento, afetando tanto aliados quanto adversários dos Estados Unidos. McConnell, ex-líder do partido no Senado, criticou as tarifas, afirmando que “guerras comerciais com nossos parceiros prejudicam mais os trabalhadores” e que tarifas elevam o custo de bens e serviços, representando um imposto sobre os trabalhadores americanos.
Para limitar o poder do presidente sobre tarifas, o senador Chuck Grassley, de Iowa, se juntou à democrata Maria Cantwell, de Washington, para propor um projeto de lei bipartidário. Se aprovado, o projeto exigiria que o presidente notificasse o Congresso sobre novas tarifas e obtivesse sua aprovação. Apesar de suas chances reduzidas, a proposta destaca o desconforto e as divisões entre os republicanos em um contexto de crescente protecionismo.
Esses eventos refletem a fragilidade do controle de Trump sobre o Senado e a resistência de alguns membros do Partido Republicano em relação a suas políticas. As ações dos senadores desertores e a proposta de Grassley indicam uma busca por maior controle legislativo sobre a imposição de tarifas, evidenciando a complexidade das relações políticas atuais nos Estados Unidos.
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