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Doug Emhoff critica acordo de seu escritório de advocacia com Trump em gala beneficente

- Doug Emhoff criticou acordo de seu escritório com a administração Trump. - O acordo prevê $100 milhões em serviços jurídicos pro bono. - Emhoff se opôs à decisão, considerando-a inconstitucional. - A firma busca evitar discriminação em práticas de diversidade. - Willkie Farr & Gallagher já defendeu clientes contra Rudy Giuliani.

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Em um evento beneficente em Los Angeles, Doug Emhoff, ex-vice-presidente e parceiro do escritório de advocacia Willkie Farr & Gallagher LLP, criticou a decisão da firma de firmar um acordo com a administração Trump. O pacto visa evitar um decreto executivo que poderia afetar a empresa e inclui a prestação de R$ 100 milhões em serviços jurídicos pro bono durante o segundo mandato de Trump.

Emhoff expressou sua oposição à medida, afirmando que desejava contestar o que considerava um decreto inconstitucional, mas foi ignorado pela liderança da firma. O acordo também estabelece que a Willkie não praticará discriminação em relação à diversidade e inclusão e não negará representação a clientes com base nas opiniões políticas de seus advogados.

Trump anunciou o acordo em sua plataforma Truth Social, ressaltando que a Willkie não se envolverá em práticas discriminatórias. O presidente do escritório, Thomas M. Cerabino, defendeu a decisão, afirmando que ela está alinhada com os valores da firma em relação ao acesso à representação legal e à conformidade com a legislação trabalhista.

Recentemente, a Willkie ganhou notoriedade por seu trabalho pro bono, incluindo a defesa de dois funcionários eleitorais da Geórgia que processaram Rudy Giuliani por difamação, resultando em uma indenização de R$ 148 milhões. A firma tem um histórico de representar clientes de diversas orientações políticas, o que foi enfatizado por Cerabino ao comentar sobre a relação futura com a administração Trump.

Em um evento beneficente em Los Angeles, o ex-vice-presidente Doug Emhoff criticou a decisão de seu escritório de advocacia, Willkie Farr & Gallagher LLP, de firmar um acordo com a administração Trump. O pacto visa evitar um decreto executivo que poderia impactar a firma, e inclui a prestação de R$ 100 milhões em serviços jurídicos pro bono durante o segundo mandato de Trump.

Emhoff, que é parceiro do escritório, expressou sua oposição à medida, alegando que desejava contestar o que considerava um decreto inconstitucional, mas foi ignorado pela liderança da firma. O acordo também estabelece que a Willkie não praticará discriminação em relação à diversidade e inclusão (DEI, na sigla em inglês) e não negará representação a clientes com base nas opiniões políticas de seus advogados.

O presidente Trump anunciou o acordo em sua plataforma Truth Social, destacando que a Willkie não se envolverá em práticas discriminatórias. O presidente do escritório, Thomas M. Cerabino, defendeu a decisão, afirmando que ela está alinhada com os valores da firma em relação ao acesso à representação legal e à conformidade com a legislação trabalhista.

Recentemente, a Willkie ganhou notoriedade por seu trabalho pro bono, incluindo a defesa de dois funcionários eleitorais da Geórgia que processaram Rudy Giuliani por difamação, resultando em uma indenização de R$ 148 milhões. A firma tem um histórico de representar clientes de diversas orientações políticas, o que foi enfatizado por Cerabino ao comentar sobre a relação futura com a administração Trump.

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