Seis governadores da extrema-direita confirmaram presença em um ato organizado por Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo, que ocorrerá neste domingo, dia seis, na Avenida Paulista. O protesto tem como objetivo pedir anistia aos golpistas envolvidos nos eventos de oito de janeiro. Essa mobilização acontece após um ato em Copacabana que atraiu apenas dezoito mil pessoas, uma queda de mais de setenta por cento em relação a eventos anteriores.
Bolsonaro, que agora é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, espera um público maior neste novo protesto. A denúncia da Procuradoria-Geral da República foi aceita por unanimidade pela Primeira Turma do STF, aumentando a pressão sobre o ex-presidente. O ato em Copacabana, realizado em setembro de dois mil e vinte e dois, ocorreu em um contexto político diferente, já que Bolsonaro não era réu na época.
Os governadores confirmados para o ato incluem Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo; Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina; Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais; Wilson Lima (União), do Amazonas; e Ratinho Jr. (PSD), do Paraná. A presença de Ronaldo Caiado (União), de Goiás, e Mauro Mendes (União), do Mato Grosso, ainda não foi confirmada.
Além dos governadores, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que se destacou como defensora do golpe, também estará no palanque ao lado do marido. O ato contará ainda com a participação de deputados e senadores bolsonaristas, reforçando a mobilização em torno da anistia aos envolvidos nos eventos de janeiro.
Seis governadores da extrema-direita confirmaram presença em um ato organizado por Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo, que ocorrerá neste domingo, dia seis, na Avenida Paulista. O protesto pede anistia aos golpistas do dia oito de janeiro. A mobilização acontece após um ato em Copacabana, que atraiu apenas dezoito mil pessoas, uma queda de mais de setenta por cento em relação a eventos anteriores.
Bolsonaro, que agora é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, espera um público maior neste novo protesto. A denúncia da Procuradoria-Geral da República foi aceita por unanimidade pela Primeira Turma do STF, o que intensifica a pressão sobre o ex-presidente. O ato em Copacabana, realizado em setembro de 2022, tinha um contexto político diferente, já que Bolsonaro não era réu na época.
Os governadores confirmados para o ato incluem Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo; Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina; Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais; Wilson Lima (União), do Amazonas; e Ratinho Jr. (PSD), do Paraná. A presença de Ronaldo Caiado (União), de Goiás, e Mauro Mendes (União), do Mato Grosso, ainda não foi confirmada.
Além dos governadores, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que se destacou como defensora do golpe, também estará no palanque ao lado do marido. O ato contará ainda com a participação de deputados e senadores bolsonaristas, reforçando a mobilização em torno da anistia aos envolvidos nos eventos de janeiro.
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