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Funcionária revela segredos do DOGE e critica cortes na eficiência do governo federal

- Merici Vinton, ex-funcionária do US Digital Service, critica o DOGE por sua abordagem secreta. - O DOGE, sob Trump, promoveu demissões em massa e desmantelou serviços públicos. - Vinton descreve a cultura de colaboração do governo como ignorada pelo DOGE. - A reestruturação do USDS para DOGE permitiu acesso facilitado ao governo federal. - Cortes de pessoal podem comprometer a capacidade do governo de oferecer serviços essenciais.

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O Departamento de Governo Eficiente (DOGE), criado durante a administração de Donald Trump, tem enfrentado críticas por sua abordagem secreta e por desconsiderar a cultura colaborativa do governo. Merici Vinton, ex-funcionária do Serviço Digital dos Estados Unidos (USDS), denunciou que o DOGE opera com regras diferentes, resultando em demissões em massa e impactos negativos na prestação de serviços públicos. Vinton, que participou de iniciativas como a ampliação do crédito tributário infantil, afirmou que a transformação do USDS em DOGE foi uma surpresa para os funcionários, que foram informados sobre a mudança no dia da posse de Trump.

A nova equipe do DOGE, composta por pessoas com pouca experiência em agências federais, adotou uma abordagem agressiva para reduzir a força de trabalho. Vinton descreveu a atmosfera no USDS como “triste”, comparando-a a um “funeral”, após a demissão de quarenta e três funcionários em fevereiro de dois mil e dezessete. Além disso, um grupo de vinte e um empregados pediu demissão em protesto, afirmando que não usariam suas habilidades para comprometer sistemas governamentais essenciais.

Vinton expressou preocupação com as demissões de novos funcionários, que traziam habilidades técnicas necessárias para o governo. Ela alertou que as cortes promovidas pelo DOGE podem dificultar a capacidade de futuras administrações em reconstruir a entrega de serviços públicos. A ex-funcionária destacou que o DOGE se aproveitou da estrutura do USDS para acessar recursos e facilitar contratações, enquanto a transparência do órgão foi comprometida ao ser transferido para o Escritório Executivo do Presidente.

A atuação do DOGE, segundo Vinton, não apenas prejudica a cultura de colaboração, mas também pode ter consequências duradouras na capacidade do governo de atender às necessidades da população. Ela enfatizou que as ações do DOGE representam uma “bola de demolição”, alertando que isso pode reduzir drasticamente a capacidade do governo de fornecer serviços e benefícios nos próximos anos.

O Departamento de Governo Eficiente (DOGE), criado sob a administração de Donald Trump, tem sido alvo de críticas por sua abordagem secreta e desconsideração pela cultura colaborativa do governo. Merici Vinton, ex-funcionária do Serviço Digital dos Estados Unidos (USDS), denunciou que o DOGE opera com “um conjunto diferente de regras”, resultando em demissões em massa e impactos negativos na prestação de serviços públicos. Vinton, que trabalhou em iniciativas como a ampliação do crédito tributário infantil, afirmou que a transformação do USDS em DOGE foi uma surpresa para os funcionários, que foram informados sobre a mudança no dia da posse de Trump.

A ex-funcionária relatou que a nova equipe do DOGE, composta por indivíduos com pouca experiência em agências federais, adotou uma abordagem agressiva para reduzir a força de trabalho. Vinton descreveu a atmosfera no USDS como “triste”, comparando-a a um “funeral”, após a demissão de 43 funcionários em fevereiro de 2017. Além disso, um grupo de 21 empregados pediu demissão em protesto, afirmando que não usariam suas habilidades para comprometer sistemas governamentais essenciais.

Vinton expressou preocupação com as demissões de novos funcionários, que traziam habilidades técnicas necessárias para o governo. Ela alertou que as cortes promovidas pelo DOGE podem dificultar a capacidade de futuras administrações em reconstruir a entrega de serviços públicos. A ex-funcionária destacou que o DOGE se aproveitou da estrutura do USDS para acessar recursos e facilitar contratações, enquanto a transparência do órgão foi comprometida ao ser transferido para o Escritório Executivo do Presidente.

A atuação do DOGE, segundo Vinton, não apenas prejudica a cultura de colaboração, mas também pode ter consequências duradouras na capacidade do governo de atender às necessidades da população. A ex-funcionária enfatizou que as ações do DOGE representam uma “bola de demolição” em vez de um “escopelo”, alertando que isso pode reduzir drasticamente a capacidade do governo de fornecer serviços e benefícios nos próximos anos.

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