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Mulheres em liderança: um caminho para a eficácia e inovação nas empresas e no setor público

Projeto de lei busca garantir 30% de mulheres em conselhos de administração, promovendo equidade e eficiência nas empresas brasileiras.

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A presença de mulheres em cargos de liderança traz benefícios para as empresas e para o governo. Um estudo mostrou que empresas com mais diversidade nos conselhos têm mais chances de serem lucrativas. Além disso, ter mulheres em posições de decisão ajuda na inovação e na eficácia das decisões. Um projeto de lei está sendo discutido no Senado que quer reservar 30% das vagas em conselhos de administração para mulheres. Hoje, apenas 25% dos cargos de liderança no serviço público federal são ocupados por mulheres. Uma pesquisa revelou que a maioria das pessoas acredita que mais mulheres na gestão melhoraria o serviço público. O projeto propõe um aumento gradual de 10% a cada ano para atingir a meta de 30%. Se as empresas não cumprirem, poderão enfrentar penalidades, como não poder eleger conselheiros. Também está previsto que um terço das vagas reservadas seja para mulheres negras ou com deficiência. Exemplos de outros países, como Noruega e França, mostram que ter cotas para mulheres em cargos de liderança traz resultados positivos. A aprovação desse projeto é um passo importante para corrigir desigualdades e promover uma gestão mais eficiente e transparente.

A presença de mulheres em posições de liderança tem demonstrado impactos positivos no desempenho financeiro das empresas e na formulação de políticas públicas. Um estudo da consultoria McKinsey & Company revela que empresas com maior diversidade nos conselhos de administração têm 21% mais chances de obter lucratividade acima da média. Além disso, a diversidade é associada a uma maior capacidade de inovação e a uma tomada de decisão mais eficaz.

O projeto de lei nº 1.246/2021, que propõe a reserva de 30% das vagas em conselhos de administração para mulheres, aguarda inclusão na pauta do Senado. Essa iniciativa visa aumentar a representatividade feminina, que atualmente é de apenas 25% nos cargos de alta liderança no serviço público federal. Uma pesquisa do Datafolha, encomendada pelo Movimento Pessoas à Frente, aponta que 90% da população acredita que mais mulheres na gestão melhorariam o serviço público.

Para alcançar os 30% previstos, o projeto estabelece um aumento progressivo de 10% a cada 12 meses. Penalidades serão aplicadas em caso de descumprimento, como a impossibilidade de eleger ou reeleger conselheiros até que a norma seja cumprida. O texto também prevê que um terço das vagas reservadas seja ocupado por mulheres negras ou com deficiência, promovendo a interseccionalidade nas políticas de equidade.

Experiências internacionais, como as da Noruega e da França, que implementaram cotas de 40% para mulheres em cargos de liderança, mostram resultados positivos em governança e inovação. A aprovação do projeto de lei nº 1.246/2021 representa um passo importante para corrigir desigualdades históricas e promover uma gestão mais eficiente e transparente, tanto no setor público quanto no privado.

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