O governo de Lula está enfrentando críticas por atrasos na divulgação de informações e por manter altos níveis de sigilo, semelhantes aos do governo anterior de Bolsonaro. Apesar de ter prometido mais transparência, a recusa em atender pedidos de informação continua em cerca de sete por cento, e sigilos de 100 anos ainda são aplicados. Maria Vitória Ramos, da organização Fiquem Sabendo, afirma que a população esperava um avanço significativo na transparência.
A Controladoria-Geral da União (CGU) diz que o número de pedidos aceitos aumentou e que, desde setembro, o sigilo máximo para os ministérios é de 15 anos. No entanto, a divulgação de dados sobre educação e previdência está atrasada. O ministro da Educação, Camilo Santana, decidiu publicar dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) após pressão da mídia, embora o presidente do Inep, Manoel Palacios, tenha hesitado em divulgá-los.
Além disso, a fila do INSS está com dados desatualizados, com informações disponíveis apenas até dezembro de 2024, enquanto antes eram divulgadas a cada 40 dias. O Ministério da Previdência atribui os atrasos a problemas nos dados, e o Ministério da Saúde não tem publicado regularmente informações sobre saúde indígena, com a última atualização ocorrendo em janeiro de 2025.
Entre 2023 e 2024, houve um aumento de 8,4% nas negativas de acesso a informações pessoais em comparação ao mesmo período do governo anterior. A CGU afirma que a taxa de recusa está dentro da média histórica desde a criação da Lei de Acesso à Informação em 2012, mas a falta de transparência em áreas importantes continua a gerar desconfiança na população.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta críticas por atrasos na divulgação de dados e pela manutenção de altos níveis de sigilo, semelhantes aos da gestão anterior de Jair Bolsonaro (PL). Apesar da promessa de aumentar a transparência, a recusa em pedidos de informação via Lei de Acesso à Informação (LAI) permanece em torno de sete por cento, e sigilos de 100 anos continuam a ser decretados. Maria Vitória Ramos, da organização Fiquem Sabendo, destaca que a população esperava um avanço significativo na transparência.
A Controladoria-Geral da União (CGU) defende que o número de pedidos aceitos aumentou e que, desde setembro, a regra para os ministérios é de um sigilo máximo de 15 anos. No entanto, a divulgação de dados educacionais e previdenciários tem enfrentado atrasos. O ministro da Educação, Camilo Santana, determinou a publicação de dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) após pressão da mídia, embora o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manoel Palacios, tenha hesitado em divulgá-los.
Além disso, a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apresenta dados desatualizados, com informações disponíveis apenas até dezembro de 2024, enquanto a divulgação anterior ocorria a cada 40 dias. O Ministério da Previdência Social atribui os atrasos a inconsistências nos dados, enquanto o Ministério da Saúde não tem publicado regularmente boletins sobre a saúde indígena, com a última atualização ocorrendo em janeiro de 2025.
Os dados mostram que, entre 2023 e 2024, houve um aumento de 8,4% nas negativas de acesso a informações pessoais, comparado ao mesmo período da gestão anterior. A CGU afirma que a taxa de recusa está dentro da média histórica desde a criação da LAI em 2012, mas a falta de transparência em áreas críticas continua a gerar desconfiança entre a população.
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