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São Paulo avança na sustentabilidade com novos ônibus elétricos e tecnologia de segurança

Prefeitura de São Paulo enfrenta impasse na ampliação da frota elétrica, enquanto busca financiamento na China para novos ônibus e infraestrutura.

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A Prefeitura de São Paulo está aumentando sua frota de ônibus elétricos, com a entrega de 115 novos veículos em abril, totalizando 226 desde janeiro. Esses ônibus ajudam a reduzir a poluição e têm câmeras de segurança conectadas ao Programa Smart Sampa. No entanto, 175 ônibus elétricos entregues pela Mercedes-Benz estão parados por falta de infraestrutura elétrica nas garagens, e a Enel Distribuição São Paulo deve fazer as instalações necessárias. O prefeito Ricardo Nunes está buscando financiamento na China para comprar mais ônibus e equipamentos de carregamento, mencionando uma possível linha de 100 milhões de dólares com o Banco da China. Até agora, a prefeitura já conseguiu 6 bilhões de reais em financiamentos para expandir a frota elétrica, que atualmente conta com 850 ônibus, mas esse número poderia ser maior se houvesse mais infraestrutura de carregamento. Nunes criticou a Enel pela demora nas adequações e destacou que 47% das emissões de poluentes na cidade vêm dos ônibus. Para reduzir a dependência da distribuidora, ele planeja visitar a Huawei Power em busca de soluções de armazenamento de energia. Além disso, a prefeitura está criando faixas exclusivas para ônibus e novos corredores de transporte, e investindo em caminhões movidos a gás biometano para a coleta de lixo, com a meta de que toda a frota de caminhões utilize esse biocombustível até 2028.

A Prefeitura de São Paulo continua a expandir sua frota de ônibus elétricos, com a entrega de 115 novos veículos em abril, totalizando 226 desde janeiro. Esses ônibus são parte de um esforço para reduzir as emissões de poluentes e melhorar a segurança urbana, com cinco deles equipados com câmeras inteligentes conectadas ao Programa Smart Sampa.

Entretanto, a situação se complica com a entrega de 175 ônibus elétricos pela Mercedes-Benz, que permanecem parados devido à falta de infraestrutura elétrica nas garagens. A concessionária Enel Distribuição São Paulo é responsável pela instalação necessária, mas a prefeitura aguarda que a empresa cumpra suas obrigações. A falta de energia impede o pagamento integral pela frota, já que a administração municipal só remunera veículos em operação.

O prefeito Ricardo Nunes busca financiamento na China para adquirir mais ônibus e equipamentos de carregamento. Durante sua participação no “Summit Valor Econômico Brazil-China 2025”, ele mencionou a possibilidade de uma linha de US$ 100 milhões com o Banco da China. Até agora, a prefeitura já garantiu R$ 6 bilhões em financiamentos para a ampliação da frota elétrica.

Atualmente, São Paulo possui 850 ônibus elétricos, mas esse número poderia ser maior se a infraestrutura de carregamento estivesse disponível. Nunes criticou a Enel pelas falhas na adequação da rede elétrica e destacou que 47% das emissões de poluentes na capital são provenientes dos ônibus. Para contornar a dependência da distribuidora, o prefeito planeja visitar a Huawei Power para conhecer soluções de armazenamento de energia.

Além disso, a prefeitura implementa faixas exclusivas para ônibus e novos corredores de transporte, visando aumentar a eficiência do sistema. A gestão municipal também está investindo em caminhões movidos a gás biometano para a coleta de lixo, com a meta de que toda a frota de caminhões de lixo utilize esse biocombustível até 2028.

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