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Rede social X nega responsabilidade por pagamentos em bitcoin em perfis bloqueados

A rede social X se defende no STF, alegando não controlar pagamentos em bitcoin, após a PF apontar irregularidades em perfis bloqueados.

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A rede social X informou ao Supremo Tribunal Federal que não tem controle sobre os pagamentos feitos em bitcoin. Essa declaração veio após a Polícia Federal apontar que a plataforma permitiu transações para perfis bloqueados, como o do influenciador Allan dos Santos. A PF destacou que era possível fazer pagamentos na conta de Santos, que está sob bloqueio judicial. Em resposta, a X disse que os usuários usam links para carteiras autônomas e que a plataforma não processa nem repassa valores. A rede social também mencionou que, embora a opção de assinaturas estivesse visível, o conteúdo dos usuários continuava indisponível. Além disso, a interface dos perfis bloqueados foi mudada para não mostrar as funções que causaram preocupações. Essa situação levanta questões sobre a responsabilidade das plataformas digitais em relação a transações financeiras e o uso de criptomoedas, especialmente em casos de perfis com restrições legais.

A rede social X informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não controla os pagamentos realizados em bitcoin. A declaração surge após a Polícia Federal (PF) apontar que a plataforma permitiu transações para perfis bloqueados, incluindo o influenciador Allan dos Santos.

A PF havia destacado a possibilidade de pagamentos em bitcoin na conta de Santos, que está sob bloqueio judicial. Em resposta, a X afirmou que os usuários utilizam links para carteiras autônomas, sem que a plataforma realize qualquer processamento ou repasse de valores. “Não há qualquer controle sobre o recebimento e a transferência desses valores”, diz a rede social.

Além disso, a X mencionou que, embora a funcionalidade de assinaturas tenha sido visível, o conteúdo postado pelos usuários permaneceu indisponível. A interface dos perfis bloqueados foi alterada para não exibir as funções que geraram preocupações, segundo a rede social.

A situação levanta questões sobre a responsabilidade das plataformas digitais em relação a transações financeiras e o uso de criptomoedas, especialmente em casos envolvendo perfis sob restrições legais.

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