O governo de Benin confirmou que 54 soldados foram mortos em um ataque de jihadistas no norte do país, perto das fronteiras com Burkina Faso e Níger. O número é muito maior do que os oito inicialmente informados. O ataque foi reivindicado pelo grupo Jama’at Nusrat al-Islam wal Muslimeen, que também afirmou ter matado 70 soldados em ações em dois postos militares. Esse ataque é o mais mortal desde o início da insurgência na região e marca um aumento na violência jihadista em Benin. Nos últimos anos, Benin e Togo têm enfrentado uma crescente atividade de grupos ligados ao Estado Islâmico e à al-Qaeda. O porta-voz presidencial descreveu as perdas como pesadas, enquanto outro porta-voz do governo reafirmou a determinação de Benin em continuar lutando contra os jihadistas.
O governo de Benin confirmou que 54 soldados foram mortos em um ataque de jihadistas no norte do país, próximo às fronteiras com Burkina Faso e Níger. O número revisado é significativamente maior do que os oito inicialmente reportados. Este ataque, reivindicado pelo grupo Jama’at Nusrat al-Islam wal Muslimeen (Jnim), é o mais letal desde o início da insurgência na região.
O ataque ocorreu na semana passada e representa um marco na escalada da violência jihadista em Benin. O grupo Jnim, vinculado à al-Qaeda, afirmou ter matado 70 soldados em incursões em dois postos militares. A inteligência do grupo SITE confirmou essas informações. Jnim tem expandido suas operações para países vizinhos, intensificando a preocupação com a segurança na região.
Nos últimos anos, Benin e Togo têm enfrentado um aumento da atividade jihadista, com grupos associados ao Estado Islâmico e à al-Qaeda se espalhando para o sul da África Ocidental. O porta-voz presidencial, Serge Nonvignon, descreveu as perdas como “pesadas para a nação”. Outro porta-voz do governo, Wilfried Leandre Houngbedji, reafirmou a determinação de Benin em continuar a luta contra os jihadistas, afirmando: “Não vamos ceder… Posso assegurar que, mais cedo ou mais tarde, venceremos”.
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