O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) anunciou que vai restaurar a Praça dos Três Poderes, em Brasília, com um investimento de R$ 22 milhões. As obras começam em julho de 2023 e devem terminar até o segundo semestre de 2026. A praça, que foi atacada em janeiro de 2023, receberá melhorias no piso, restauro de obras de arte, além de mais segurança e acessibilidade, com instalação de câmeras, novos bancos e melhorias na drenagem e sinalização. O Iphan decidiu as prioridades após ouvir mais de 100 pessoas. O presidente do Iphan, Leandro Grass, disse que as obras vão garantir mais conforto e segurança, especialmente após os ataques. A responsabilidade pela manutenção da praça foi transferida para o governo federal, que já recebeu críticas sobre o estado do local. Esta será a primeira restauração significativa desde a inauguração da capital em abril de 1960. Além disso, o Novo PAC vai destinar R$ 700 mil para o Museu Vivo da Memória Candanga e o Catetinho.
Representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) anunciaram um projeto de restauração da Praça dos Três Poderes, em Brasília, com um investimento de R$ 22 milhões. As obras estão programadas para começar em julho de 2023 e devem ser concluídas até o segundo semestre de 2026. O local, que abriga os edifícios dos Três Poderes da República, foi alvo de ataques em janeiro de 2023.
As intervenções incluem a recuperação do piso, restauro de obras de arte, melhorias na acessibilidade e segurança. Serão instaladas câmeras de segurança, além de novos bancos e melhorias na drenagem e sinalização. As obras a serem restauradas incluem a escultura “Os Candangos” e o Museu da Cidade.
O Iphan definiu as prioridades após consulta popular com mais de 100 cidadãos. O presidente do Iphan, Leandro Grass, afirmou que as obras visam oferecer mais conforto à praça, mantendo seu projeto original. Ele destacou a necessidade de segurança, especialmente após os ataques que utilizaram as pedras do piso como armas.
Além da Praça dos Três Poderes, o Novo PAC destinará recursos para o Museu Vivo da Memória Candanga e o Catetinho, totalizando R$ 700 mil. A responsabilidade pela manutenção da praça, que apresenta problemas como pedras soltas e áreas danificadas, foi transferida para o governo federal após críticas da primeira-dama, Rosângela da Silva. Esta será a primeira restauração significativa desde a inauguração da capital em abril de 1960.
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