João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso no dia 25 de abril de 2025, por furtar obras de arte em um hotel e um shopping na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Câmeras de segurança mostraram sua ação, que resultou na subtração de peças avaliadas em R$ 28 mil. Ele foi autuado em flagrante e as obras foram recuperadas. Mendes, de 44 anos, começou sua carreira empreendedora aos 18 anos e fundou a Hurb em 2011, mas a empresa enfrentou problemas durante a pandemia e demitiu mais de 200 funcionários em 2025. Além do furto, ele já havia sido denunciado por um ex-funcionário por ameaças e injúria racial. A polícia encontrou as esculturas e um quadro furtados em sua casa, onde ele tentou fugir, mas foi detido. Outro quadro, que foi levado de um escritório de arquitetura, não foi recuperado. Mendes usou uma motocicleta na ação, que foi apreendida pela polícia. Mesmo afastado do cargo, ele continua como principal acionista da empresa, que teve suas atividades suspensas pelo Ministério do Turismo.
O ex-CEO da Hurb, João Ricardo Mendes, foi preso na última quarta-feira, 25 de abril de 2025, por furto de obras de arte em um hotel e um shopping na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Imagens de câmeras de segurança registraram sua ação, levando peças avaliadas em R$ 28 mil. Mendes foi autuado em flagrante e as obras foram recuperadas.
Mendes, de 44 anos, começou sua trajetória empreendedora aos 18 anos, abrindo uma barraca de bebidas. Ele fundou o Hotel Urbano em 2011, que se tornaria a Hurb, mas a empresa enfrentou crises durante a pandemia, vendendo pacotes de viagens abaixo do valor de mercado. Recentemente, ele foi alvo de investigações por ameaças e injúria racial, além de ter se envolvido em polêmicas nas redes sociais.
A prisão de Mendes ocorreu após a polícia identificar sua residência, onde ele tentou fugir, mas foi detido. Na casa, foram encontradas três esculturas de cerâmica e um quadro furtados. Outro quadro, levado de um escritório de arquitetura, não foi recuperado. O ex-CEO utilizou uma motocicleta na ação, que foi apreendida pela polícia.
Além das acusações de furto, Mendes já havia sido denunciado por um ex-funcionário da Hurb por ameaças e injúria racial. A empresa, que demitiu mais de 200 funcionários em 2025, teve suas atividades suspensas pelo Ministério do Turismo devido a irregularidades. Mendes, mesmo afastado do cargo, continua como principal acionista e responsável legal pela empresa.
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