Germano Euclides Paciência, um fugitivo condenado por violação, foi preso em São Paulo no dia 7 de fevereiro, graças ao sistema de reconhecimento facial do projeto Smart Sampa, que possui 25.000 câmeras na cidade. Ele estava foragido desde 2018 e foi identificado enquanto caminhava em direção a um centro de saúde. O sistema comparou sua imagem com uma base de dados de fugitivos e emitiu um alerta, levando à sua detenção em apenas 16 minutos. O prefeito Ricardo Nunes destacou que o Smart Sampa já resultou em 1.044 prisões e na localização de 60 desaparecidos, sendo uma ferramenta importante para a segurança pública em uma cidade com 12 milhões de habitantes. O sistema, que se inspira em iniciativas de cidades como Londres e Buenos Aires, utiliza inteligência artificial e exige uma coincidência de mais de 92% para acionar alarmes. Ele também ajuda a encontrar veículos roubados e a monitorar áreas públicas. Apesar das preocupações sobre privacidade, 98% da população apoia o projeto, que custa R$ 10 milhões por mês, e há planos para expandir a rede de câmeras para 100.000 até 2028.
Germano Euclides Paciência, um fugitivo condenado por violação, foi preso em São Paulo no dia 7 de fevereiro. A detenção ocorreu graças ao sistema de reconhecimento facial do projeto Smart Sampa, que conta com 25.000 câmeras na cidade. Desde sua implementação, o sistema já resultou em mais de 1.000 prisões.
Paciência, que estava foragido desde 2018, foi identificado enquanto caminhava em direção a um centro de saúde. O sistema, que utiliza inteligência artificial, comparou sua imagem com uma base de dados de fugitivos e emitiu um alerta. A polícia confirmou a ordem de prisão e deteve o suspeito em 16 minutos.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, destacou os resultados positivos do Smart Sampa, que já prendeu 1.044 fugitivos, além de localizar 60 desaparecidos. O sistema é considerado uma ferramenta essencial para aumentar a segurança pública na cidade, que abriga 12 milhões de habitantes.
O projeto, inspirado em experiências de cidades como Londres e Buenos Aires, visa combater o crime organizado e a impunidade. O reconhecimento facial é utilizado com um protocolo rigoroso, que exige uma coincidência superior a 92% para disparar alarmes. O sistema também auxilia na localização de veículos roubados e no monitoramento de áreas públicas.
Apesar das críticas sobre privacidade e possíveis erros, o prefeito Nunes afirma que 98% da população apoia o projeto. O sistema, que custa R$ 10 milhões por mês, é visto como uma solução inovadora para os desafios de segurança enfrentados pela cidade. O plano é expandir a rede de câmeras para 100.000 até 2028.
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