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Ex-parlamentares de Hong Kong são libertados após mais de quatro anos de prisão

Quatro ex-deputados de Hong Kong, presos sob a Lei de Segurança Nacional, foram libertados após mais de quatro anos. A decisão reflete a crescente pressão internacional sobre a repressão à oposição na cidade.

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Quatro ex-deputados de Hong Kong, Claudia Mo, Kwok Ka-ki, Jeremy Tam e Gary Fan, foram libertados após mais de quatro anos na prisão. Eles cumpriram parte de suas sentenças de quatro anos e dois meses, que foram impostas em novembro de 2021. Esses políticos faziam parte do grupo conhecido como Hong Kong 47 e foram acusados de subversão por organizarem uma primária não oficial para escolher candidatos da oposição. A prisão deles ocorreu durante uma repressão severa sob a Lei de Segurança Nacional, que foi implementada pela China após os protestos de 2019. A libertação aconteceu com forte presença policial e restrições nas prisões. Gary Fan agradeceu aos cidadãos de Hong Kong ao chegar em casa. Claudia Mo, que ajudou a fundar o partido Cívico, que foi desmantelado em 2024, e os outros ex-deputados se declararam culpados em um julgamento criticado por ser politicamente motivado. A comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos e o Reino Unido, condenou as sentenças. Desde 2019, a China tem intensificado a repressão à oposição em Hong Kong, e a Lei de Segurança Nacional é vista por críticos como uma ameaça à liberdade na região. A libertação dos ex-deputados é um evento importante em meio à crescente tensão política e social na cidade.

Quatro ex-deputados de Hong Kong, Claudia Mo, Kwok Ka-ki, Jeremy Tam e Gary Fan, foram libertados após mais de quatro anos de prisão. A decisão ocorreu na terça-feira, considerando o tempo já cumprido de suas sentenças de quatro anos e dois meses, impostas em novembro de 2021.

Os quatro políticos faziam parte do grupo conhecido como Hong Kong 47, que foi acusado de subversão por organizar uma primária não oficial para selecionar candidatos da oposição nas eleições locais. A prisão deles ocorreu em 2021, em meio a uma repressão severa contra a dissidência sob a Lei de Segurança Nacional (NSL), imposta por Pequim após os protestos de 2019.

Detalhes da Liberação

A libertação foi marcada por forte presença policial e restrições de acesso às prisões. Os ex-deputados foram levados de três instituições diferentes para suas casas. Gary Fan, ao chegar em casa, expressou gratidão aos cidadãos de Hong Kong, afirmando: “Vou voltar para casa e me reunir com a família.”

Claudia Mo, uma figura proeminente da oposição, foi uma das fundadoras do partido Cívico, que foi desmantelado em 2024. Os quatro ex-deputados, que se declararam culpados, enfrentaram um julgamento que foi amplamente criticado por ser politicamente motivado. A comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos e o Reino Unido, condenou as sentenças.

Contexto da Repressão

Desde os protestos de 2019, que mobilizaram centenas de milhares de pessoas, a China intensificou a repressão à oposição e à sociedade civil em Hong Kong. A NSL foi implementada com o argumento de que era necessária para manter a estabilidade, mas críticos afirmam que ela representa “o fim de Hong Kong” e instaurou um clima de medo na cidade.

A libertação dos quatro ex-deputados é um desdobramento significativo em um contexto de crescente tensão política e social na região, onde a luta por democracia continua a ser um tema central.

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