A Faculdade Santa Marcelina expulsou 12 alunos do curso de Medicina por cantar hinos e exibir uma bandeira que faz apologia ao estupro durante um evento esportivo em 15 de março. Outros 11 estudantes foram suspensos. A faculdade anunciou as punições em um comunicado nas redes sociais. Os alunos foram acusados de atos machistas e misóginos, e uma foto que circulou nas redes sociais mostrava um grupo em torno de uma bandeira com uma frase ofensiva. A identidade dos alunos não foi divulgada. Após o incidente, a faculdade interditou a atlética, abriu sindicâncias e levou o caso ao Ministério Público e à Polícia Civil. A frase que gerou polêmica faz parte de um hino banido em 2017 por seu conteúdo violento. O Coletivo Francisca, formado por alunas e ex-alunas, denunciou a situação, destacando a gravidade das ofensas. A faculdade reafirmou seu compromisso com a ética e a dignidade social.
A Faculdade Santa Marcelina anunciou a expulsão de doze estudantes do curso de Medicina por apologia ao estupro durante um evento esportivo em 15 de março. Outros onze alunos foram suspensos. O comunicado foi divulgado nas redes sociais da instituição na noite de 28 de abril.
Os alunos foram acusados de entoar hinos e exibir uma bandeira com mensagens consideradas machistas e misóginas. Uma imagem que circulou nas redes sociais mostrava um grupo de estudantes ao redor de um bandeirão com a frase: “entra a p…, escorre sangue”. A faculdade já havia enfrentado críticas por comportamentos semelhantes no passado, levando ao banimento de hinos ofensivos em 2017.
Após o incidente, a faculdade interditou a atlética e abriu sindicâncias para investigar o caso, que também foi encaminhado ao Ministério Público e à Polícia Civil. As punições foram decididas após uma avaliação das sindicâncias iniciadas em 21 de março.
A Faculdade Santa Marcelina reafirmou seu compromisso com a ética e a dignidade social, destacando que a atlética permanecerá interditada por tempo indeterminado. O evento em questão, a Intercalo, é voltado para calouros e envolve competições esportivas. O Coletivo Francisca, formado por alunas e ex-alunas, denunciou o conteúdo violento do hino, que faz alusão a relações sexuais de forma inapropriada. A identidade dos alunos punidos não foi divulgada.
Entre na conversa da comunidade