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Ex-presidente Yoon Suk Yeol é acusado de abuso de poder e enfrenta julgamento por insurreição

Ex-presidente Yoon Suk Yeol é acusado de abuso de poder e enfrenta julgamento por insurreição, com pena de até prisão perpétua.

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O ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi acusado de abuso de poder pelos procuradores em Seul. Ele já estava enfrentando um julgamento por insurreição por ter declarado lei marcial em dezembro, o que resultou em sua prisão por dois meses. As investigações sobre um possível suborno envolvendo sua esposa e um xamã também estão em andamento. O Tribunal Constitucional confirmou sua demissão e, se for condenado por insurreição, ele pode enfrentar penas severas, incluindo prisão perpétua ou até pena de morte, embora a Coreia do Sul não execute ninguém desde 1997. As acusações surgiram quando Yoon ainda era presidente, e ele não tem imunidade para esse tipo de crime. O país irá realizar eleições antecipadas em junho para escolher seu sucessor.

Procuradores sul-coreanos acusaram o ex-presidente Yoon Suk Yeol de abuso de poder nesta quinta-feira, em Seul. O político já enfrenta um julgamento por insurreição, após declarar lei marcial em três de dezembro, o que resultou em sua prisão por dois meses. O gabinete do procurador confirmou que as investigações sobre o abuso de poder estão em andamento.

Na quarta-feira, a polícia realizou buscas na residência de Yoon, investigando alegações de suborno que envolvem sua esposa, Kim Keon Hee, e um xamã. Este último é acusado de receber presentes caros da ex-primeira-dama. O Tribunal Constitucional confirmou a demissão de Yoon, que pode enfrentar penas severas, incluindo prisão perpétua ou pena de morte, embora a Coreia do Sul mantenha uma moratória não oficial sobre execuções desde mil novecentos e noventa e sete.

Yoon foi acusado em janeiro, enquanto ainda era presidente, de liderar uma insurreição. Ele não possui imunidade presidencial, pois enviou soldados ao Parlamento após decretar a lei marcial, que durou apenas seis horas. A oposição suspendeu a medida, forçando parlamentares a escalar o edifício para votar pela remoção do presidente. O país se prepara para eleições antecipadas em três de junho, visando escolher o sucessor de Yoon.

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