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Tidjane Thiam desafia decisão judicial e luta por candidatura à presidência da Costa do Marfim

Tidjane Thiam, ex-banqueiro e líder da oposição na Costa do Marfim, enfrenta desqualificação por questões de nacionalidade. Ele contesta a decisão judicial.

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Tidjane Thiam, ex-banqueiro e líder do principal partido de oposição da Costa do Marfim, foi desqualificado por um tribunal que alegou que ele não era mais cidadão marfinense desde que adquiriu a cidadania francesa em 1987. Thiam nega essa decisão e está contestando legalmente sua exclusão da corrida presidencial. Ele afirma que nasceu marfinense e critica a decisão como politicamente motivada, sugerindo que o governo está tentando eliminar líderes da oposição. O ministro da Informação, Amadou Coulibaly, defendeu a decisão do tribunal, afirmando que Thiam não era Ivoriano quando se registrou para votar. Thiam, que renunciou à cidadania francesa para se candidatar, argumenta que a lei que foi usada contra ele nunca foi aplicada a ninguém antes. Ele também destaca que muitos atletas marfinenses estão na mesma situação. O partido dele, o PDCI, suspendeu atividades parlamentares em protesto. Thiam, que tem uma longa história familiar na política, acredita que sua experiência internacional pode ser uma vantagem e critica a atual administração por sua ineficiência. Ele também menciona que a instabilidade política pode afetar a confiança dos investidores no país.

Tidjane Thiam, ex-banqueiro e líder do principal partido de oposição da Costa do Marfim, foi desqualificado por um tribunal que alegou que ele não é mais cidadão marfinense. A decisão se baseou na aquisição da cidadania francesa em mil novecentos e oitenta e sete. Thiam contesta a validade da decisão e está desafiando legalmente sua exclusão da corrida presidencial.

Thiam afirmou à BBC que não desistirá de sua candidatura sem lutar. Ele declarou: “O ponto principal é que eu nasci marfinense.” O ex-executivo do Credit Suisse sugeriu que a decisão judicial foi politicamente motivada, afirmando que “não é para o regime escolher quem dirige os partidos de oposição.” O ministro da Informação da Costa do Marfim, Amadou Coulibaly, refutou as alegações de Thiam, afirmando que a corte decidiu com base na lei de nacionalidade de mil novecentos e sessenta e um.

Embora Thiam tenha renunciado à cidadania francesa em março para se candidatar, o tribunal considerou sua candidatura inválida, pois ele não era marfinense no momento em que se registrou para votar. A lei de nacionalidade estabelece que um cidadão marfinense que adquire outra nacionalidade perde a cidadania marfinense.

Reações e Consequências

A desqualificação de Thiam gerou indignação entre os membros do Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI), que decidiram suspender todas as atividades parlamentares em protesto. Os apoiadores de Thiam ainda esperam que ele possa ser reintegrado como candidato. A lista final de candidatos para as eleições de outubro será divulgada em vinte de junho.

Thiam, que tem um histórico político familiar, acredita que sua experiência internacional pode beneficiar sua imagem no país. Ele destacou que “Ivory Coast em mil novecentos e noventa e nove estava em centésimo vigésimo quinto lugar no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU. Agora estamos em centésimo sexagésimo sexto.” O ex-banqueiro enfatizou a necessidade de um país pacífico e em harmonia com seus vizinhos, especialmente diante da crescente ameaça de insurgentes islâmicos nas fronteiras.

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