No dia do show de Lady Gaga em Copacabana, um grupo de pais conservadores fez um ato pedindo anistia para os acusados dos eventos de 8 de janeiro, gerando polêmica. Eles escolheram o local por ser um ponto de encontro de apoiadores de Jair Bolsonaro. A maioria dos participantes não levou suas esposas, e alguns que vieram de fora do Rio alegaram que as passagens e hospedagens estavam caras. Além disso, os conservadores trouxeram batom, dizendo que era uma homenagem à cabeleireira Débora, que pichou a estátua do STF.
Uma coincidência notável ocorreu em Copacabana no dia do show de Lady Gaga. Enquanto a artista se apresentava, um grupo de pais conservadores organizou um ato em apoio à anistia dos acusados dos eventos de 8 de janeiro. O evento gerou polêmica e chamou a atenção pela sincronicidade.
Os organizadores do ato justificaram a escolha do local, afirmando que Copacabana já foi um ponto de encontro de apoiadores de Jair Bolsonaro antes mesmo da fama de artistas como Madonna e Lady Gaga. A presença de homens sem suas esposas também levantou questionamentos, mas muitos alegaram que os altos custos de passagens e hospedagens dificultaram a participação das famílias.
Além disso, os manifestantes trouxeram batom em suas bagagens, alegando que era uma homenagem à cabeleireira Débora, que ficou conhecida por pichar a estátua do Supremo Tribunal Federal (STF). O ato, que ocorreu em um momento de grande visibilidade, reflete as tensões políticas que o Brasil enfrenta atualmente.
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