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Sobrevivente de almoço mortal testemunha em caso de envenenamento na Austrália

Sobrevivente de almoço mortal testemunha em tribunal, enquanto defesa de Erin Patterson alega acidente trágico e ausência de intenção de ferir.

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Ian Wilkinson, o único sobrevivente de um almoço que resultou na morte de três pessoas, começou a testemunhar em um tribunal australiano. Ele ficou gravemente doente após comer um beef Wellington preparado por Erin Patterson, que é acusada de assassinato e tentativa de homicídio. Wilkinson descreveu a relação com Erin como amigável, mas superficial, e disse que a família estava feliz com o convite para o almoço, acreditando que isso melhoraria os laços. Erin, que se declarou inocente, afirma que não teve a intenção de ferir ninguém e que as mortes foram um trágico acidente. Durante o julgamento, foi revelado que ela havia mentido para a polícia em várias ocasiões. Testemunhas mencionaram que Erin estava envolvida em um grupo de crimes reais no Facebook e que tinha interesse em cozinhar com cogumelos, incluindo uma mensagem onde dizia que escondia cogumelos em receitas para seus filhos. O prato servido no almoço foi discutido, e Erin havia pedido dicas sobre como prepará-lo antes do evento.

O único sobrevivente de um almoço que resultou em três mortes e uma hospitalização grave começou a depor em um tribunal australiano. Ian Wilkinson, que ficou seriamente doente após consumir um beef Wellington preparado por Erin Patterson, descreveu a relação com a acusada como amistosa, mas superficial.

Erin Patterson, acusada de assassinar três familiares e tentar matar outro, se declarou inocente. Sua defesa argumenta que não houve intenção de ferir, afirmando que a situação foi um trágico acidente. As vítimas, incluindo os ex-sogros de Patterson, Don e Gail Patterson, ambos de setenta anos, e a irmã de Gail, Heather Wilkinson, de sessenta e seis anos, faleceram após o almoço.

Wilkinson, que é pastor local e marido de Heather, sobreviveu após semanas de tratamento hospitalar. Ele relatou que a família estava “feliz” com o convite para o almoço, acreditando que a relação com Erin poderia melhorar. “A relação era amigável, mas não profunda”, afirmou, destacando que não havia conflitos entre eles.

Durante o julgamento, surgiram detalhes sobre o uso de cogumelos nas receitas de Erin. Testemunhas de um grupo de Facebook de crimes reais mencionaram que ela havia expressado interesse em comprar um desidratador e que havia enviado mensagens sobre esconder cogumelos em pratos, como brownies, para que seus filhos não percebessem.

Além disso, Erin havia solicitado conselhos sobre como preparar um beef Wellington, o prato servido no almoço fatídico. A defesa continua a insistir que as mortes foram resultado de um acidente, apesar de Erin ter mentido várias vezes para a polícia.

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