Quatro mulheres que trabalharam como empregadas domésticas para Smokey Robinson processaram o cantor, acusando-o de agressão sexual e pedindo US$ 50 milhões em indenização. Elas alegam que Robinson abusou delas repetidamente ao longo de vários anos, enquanto sua esposa, Frances Robinson, não impediu os abusos e criou um ambiente de trabalho hostil. As mulheres, que se identificam como Jane Does 1 a 4, afirmam que os abusos ocorreram em suas casas em Los Angeles e Las Vegas. Elas relataram ter sido agredidas sexualmente em diversas ocasiões, com algumas delas enfrentando mais de 20 episódios de abuso. O processo também menciona que elas trabalhavam longas horas sem receber o salário mínimo e enfrentavam ameaças e intimidações. As mulheres decidiram processar Robinson após anos de medo de represálias e humilhação. A equipe de Robinson não respondeu imediatamente às acusações.
Quatro mulheres, ex-empregadas de Smokey Robinson, processaram o cantor e compositor da Motown por agressão sexual, alegando abusos ao longo de anos. A ação, que pede US$ 50 milhões em indenização, foi registrada na terça-feira, em Los Angeles, e também cita a esposa de Robinson, Frances Robinson.
As mulheres, identificadas apenas como Jane Does 1 a 4, alegam que Robinson, de 85 anos, cometeu violação, agressões e cárcere privado enquanto elas trabalhavam em sua residência em Chatsworth, Califórnia, e em outras propriedades. O advogado das vítimas, John Harris, destacou que elas enfrentaram um ambiente de trabalho hostil e foram pagas abaixo do salário mínimo.
De acordo com a denúncia, as agressões ocorreram em várias ocasiões, com uma das mulheres relatando que foi estuprada pelo menos 23 vezes entre 2016 e 2020. Outra mulher afirmou ter sido vítima de abuso sexual em pelo menos 20 ocasiões. As queixas incluem também a alegação de que Frances Robinson estava ciente das condutas do marido e não tomou medidas para impedir os abusos.
As vítimas, que temiam represálias devido ao seu status de imigração, relataram que as agressões começaram em 2006 e se estenderam até 2024. Elas decidiram processar Robinson após anos de silêncio, motivadas pela busca de justiça e reparação pelos danos sofridos. A ação judicial inclui detalhes gráficos sobre os supostos abusos e as condições de trabalho precárias enfrentadas pelas mulheres.
Representantes de Robinson não comentaram sobre as acusações até o momento. A situação levanta questões sobre o tratamento de trabalhadores em posições vulneráveis e a responsabilidade de empregadores em garantir um ambiente seguro.
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