O Departamento de Defesa dos EUA começou a desligar cerca de mil militares que se identificam como transgêneros, seguindo uma nova diretriz. Aqueles que ainda não se manifestaram sobre sua identidade de gênero têm 30 dias para deixar as Forças Armadas voluntariamente. Essa medida foi autorizada por uma decisão da Suprema Corte que permite ao governo de Donald Trump restringir a presença de pessoas trans no serviço militar. O Pentágono também vai revisar prontuários médicos para identificar militares diagnosticados com disforia de gênero que não se declararam. Estima-se que haja 4.240 militares com esse diagnóstico em serviço ativo, na Guarda Nacional e na reserva. A nova diretriz é semelhante a uma anterior que foi suspensa por ações judiciais. O porta-voz do Pentágono confirmou que esses militares iniciarão o desligamento voluntário. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, expressou sua posição contra a presença de transgêneros no Departamento de Defesa, afirmando que estão abandonando o politicamente correto. A política do governo Trump está sendo contestada nos tribunais, com alegações de que viola o princípio da igualdade.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos iniciou o desligamento de cerca de mil militares transgêneros após uma nova diretriz emitida nesta quinta-feira. A ordem determina que aqueles que não se manifestaram publicamente sobre sua identidade de gênero terão 30 dias para deixar as Forças Armadas voluntariamente. Essa medida segue uma decisão da Suprema Corte que autorizou o governo de Donald Trump a restringir a presença de pessoas trans no serviço militar.
O Pentágono também anunciou que irá revisar prontuários médicos para identificar integrantes diagnosticados com disforia de gênero que ainda não se declararam. Estimativas da rede CNN indicam que, até dezembro de 2024, havia 4.240 militares com esse diagnóstico em serviço ativo, na Guarda Nacional e na reserva, representando uma pequena fração dos cerca de 2 milhões de militares em serviço.
A nova diretriz é semelhante a um memorando enviado em fevereiro, que foi suspenso devido a ações judiciais. Desde então, aproximadamente mil pessoas se identificaram como transgêneros. O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, confirmou que esses militares “iniciarão o processo de desligamento voluntário”. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, expressou sua posição após a decisão da Suprema Corte, afirmando: “Chega de trans no Departamento de Defesa.”
A política de exclusão tem sido contestada em tribunais, com alegações de que viola o princípio constitucional da igualdade. A comandante Emily Shilling, da Marinha, é um dos exemplos citados em ações judiciais, destacando seu histórico de 19 anos de serviço, incluindo missões de combate. A decisão do juiz federal Benjamin Settle, que barrou os planos de Trump, enfatizou que não havia evidências de que a presença de Shilling prejudicasse a coesão ou a prontidão das Forças Armadas.
Entre na conversa da comunidade