O PSDB está perdendo força com a saída de líderes importantes, como a governadora de Pernambuco e o governador do Rio Grande do Sul, para o PSD. O governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, recebeu convites de outros partidos, mas disse que não vai deixar o PSDB por enquanto. Ele quer esperar a fusão do PSDB com o Podemos e ver se haverá alianças com outros partidos. Riedel afirmou que não está preocupado em mudar de partido e que vai aguardar as decisões sobre a nova sigla. A situação é importante para cerca de 260 vereadores e 44 prefeitos tucanos no estado, que estão esperando por sua decisão e a do ex-governador Reinaldo Azambuja, atual presidente regional do PSDB.
O PSDB enfrenta um esvaziamento significativo com a saída de líderes como a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, para o PSD. A situação se agrava com a possibilidade de perda do último governador tucano, Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul.
Riedel recebeu convites de partidos como PSD, PP e PL, mas afirma que não deixará o PSDB por enquanto. Em evento na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), ele declarou: “Ninguém falou que eu vou sair do PSDB. Eu não estou preocupado em sair, porque eu não vou sair do partido”.
Fusão e Alianças
O governador se comprometeu a aguardar a fusão do PSDB com o Podemos e a definição de uma possível federação com outros partidos. A expectativa é que essa aliança com siglas de maior expressão nacional, como Republicanos ou MDB, possa reestruturar a força do PSDB.
Cerca de duzentos e sessenta vereadores e quarenta e quatro prefeitos tucanos no Mato Grosso do Sul aguardam a decisão de Riedel e do ex-governador Reinaldo Azambuja, atual presidente regional do PSDB, para definir seus rumos partidários. O PSDB detém quase 30% do total de vereadores e mais da metade dos prefeitos no estado.
Fontes próximas ao governador indicam que ele mantém um perfil discreto e não demonstra preferência por nenhuma sigla específica. Caso mantenha sua postura histórica, Riedel deve evitar partidos que se posicionem nos extremos políticos.
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