A professora Fernanda Bonin foi encontrada morta em abril, e a polícia inicialmente tratou o caso como latrocínio, mas depois mudou para feminicídio. A ex-mulher dela, Fernanda Fazio, foi identificada como a mandante do crime e se entregou à polícia. Um homem suspeito de executar o assassinato também foi preso. A investigação continua para encontrar outros envolvidos. Fernanda Bonin, de 42 anos, foi estrangulada e seu corpo foi encontrado em um terreno baldio perto do autódromo de Interlagos, em São Paulo. Fazio, de 45 anos, teria encomendado o crime por ciúmes após o fim do relacionamento. Elas foram casadas por oito anos e tinham dois filhos. A polícia descobriu que Fazio havia mentido sobre um problema mecânico no carro para chamar Bonin. O carro da professora foi encontrado com uma faca e um celular dentro. A polícia está buscando mais informações sobre os outros suspeitos que ajudaram no crime.
A Polícia Civil de São Paulo reclassificou a morte da professora Fernanda Reinecke Bonin, 42, como feminicídio. O crime, inicialmente tratado como latrocínio, ocorreu em abril na Zona Sul da cidade. A ex-mulher da vítima, Fernanda Loureiro Fazio, 45, foi identificada como mandante do assassinato.
Fazio se entregou à polícia na manhã de nove de maio e foi presa. Um homem, Rosemberg Joaquim de Santana, também foi detido por sua suposta participação no crime. As investigações seguem para identificar outros envolvidos e esclarecer detalhes do caso.
De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a motivação do crime foi o ciúme de Fazio em relação ao novo relacionamento da professora. Elas foram casadas por oito anos e tinham dois filhos. Fazio teria contratado Santana para organizar o rapto e a morte de Bonin.
A professora foi encontrada morta em um terreno baldio na Avenida João Paulo da Silva, próximo ao autódromo de Interlagos, com sinais de estrangulamento. O corpo foi descoberto após uma denúncia anônima. O veículo da vítima, um Hyundai Tucson, foi abandonado em uma rua próxima, e dentro dele foram encontrados uma faca e um celular.
Fazio alegou em depoimento que pediu ajuda a Bonin devido a um suposto problema mecânico em seu carro. No entanto, a perícia concluiu que não houve falha no veículo. A polícia investiga a possibilidade de que Fazio já planejava o crime antes da mudança da professora para a Alemanha, que estava prestes a acontecer.
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