O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, propôs um acordo com a DEA, a agência de controle de drogas dos Estados Unidos, para ajudar a combater o tráfico de drogas no estado. Durante uma visita a Nova York, ele sugeriu que as duas agências trabalhem juntas para compartilhar informações e prevenir o crescimento de organizações criminosas. Castro destacou que a DEA tem experiência reconhecida em operações contra o tráfico. Além disso, um relatório está sendo preparado para classificar as facções do Rio como narcoterroristas, o que pode ajudar a aumentar a cooperação técnica com os EUA, especialmente na capacitação de agentes para combater a lavagem de dinheiro. O secretário de Segurança Pública do estado, Victor Santos, explicou que o sistema financeiro dos EUA pode rastrear e bloquear rapidamente valores suspeitos relacionados a crimes.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, propôs um acordo com a Divisão da Agência de Controle de Drogas (DEA) dos Estados Unidos, durante visita a Nova York, na sexta-feira (9). O objetivo é fortalecer o combate ao tráfico de drogas no estado, por meio do cruzamento de dados entre as agências.
Castro destacou que a colaboração com a DEA, que possui escritório no Rio, será valiosa. “Firmar um memorando de intenções com o Departamento Antidrogas dos Estados Unidos será extremamente enriquecedor”, afirmou. A DEA é responsável por operações de combate ao tráfico e colabora com agências internacionais.
A visita do governador ocorre em um contexto de discussão sobre a classificação das facções do Rio como narcoterroristas. O secretário de Estado de Segurança Pública, Victor Santos, anunciou que um relatório das polícias Militar e Civil será enviado às autoridades dos EUA para buscar esse reconhecimento formal. O documento detalha conexões entre líderes do Comando Vermelho e redes internacionais de crime.
Caso o apoio dos EUA seja obtido, o estado pretende estreitar a cooperação técnica, especialmente na capacitação de agentes para combater a lavagem de dinheiro. Santos explicou que o sistema financeiro dos EUA facilita o rastreamento e bloqueio de valores suspeitos, permitindo ações rápidas contra organizações criminosas.
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