Francisco de Assis Pereira, conhecido como Maníaco do Parque, está preso há 27 anos e pode ser solto em 2028, mas não passou por avaliação psicológica desde que foi condenado. Sua advogada, Caroline Landim, destaca que ele tem transtorno de personalidade antissocial, que não tem cura, e nunca recebeu acompanhamento médico ou psicológico na prisão. Ele foi condenado em 1998 por assassinatos e outros crimes, mas não teve laudos médicos atualizados. Caroline menciona que ele ficou mais de dez anos sem visitas ou assistência legal, até que uma fonoaudióloga começou a trocar cartas com ele e contratou Caroline para ajudá-lo. Francisco também enfrentou problemas de saúde, como dor dental, e chegou a arrancar os próprios dentes. Caroline acredita que um novo teste psicológico é necessário antes da possível soltura dele, já que a Constituição garante saúde aos presos, mas isso não foi oferecido a ele. Apesar de sua expectativa de liberdade, Francisco não fala muito sobre os crimes e se concentra em sua fé, dizendo que quer mostrar uma nova versão de si mesmo ao ser solto.
Francisco de Assis Pereira, conhecido como Maníaco do Parque, cumpre pena há 27 anos e pode ser solto em 2028. Sua advogada, Caroline Landim, destaca a ausência de laudos médicos atualizados e a necessidade de um novo teste psicológico antes da liberação. Francisco, diagnosticado com transtorno de personalidade antissocial, não recebeu acompanhamento psicológico desde a época do crime.
Condenado em 1998 por assassinato de 11 mulheres, Francisco enfrenta problemas de saúde na prisão, incluindo complicações odontológicas que o levaram a extrair os próprios dentes. Landim afirma que ele não teve assistência médica adequada, o que compromete sua condição atual. “Ele não recebeu acompanhamento médico, odontológico ou jurídico, então não sabemos qual é a real situação dele hoje”, explica a advogada.
A legislação brasileira prevê que, após 30 anos de prisão, um detento pode ser liberado. Embora a pena de Francisco ultrapasse esse tempo, a mudança no Código Penal em 2019, que aumentou o limite para 40 anos, não se aplica a condenações anteriores. Assim, ele pode ser libertado em agosto de 2028.
Landim ressalta que um novo teste psicológico é essencial para avaliar se Francisco tem condições de retornar à sociedade. “É dever do Estado oferecer saúde aos reclusos, mas isso não ocorreu”, afirma. O Ministério Público pode intervir, solicitando uma avaliação da situação dele antes da soltura.
Francisco, que ficou mais de dez anos sem visitas, agora conta com a assistência de Landim, contratada por uma fonoaudióloga que busca investigar patologias mentais em reclusos. Ele expressa expectativa de liberdade e fala sobre projetos para sua reintegração, embora a advogada não tenha como foco a solicitação de sua soltura.
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