O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a globalização beneficiou mais a China do que os Estados Unidos, o que está contribuindo para a tensão entre os dois países. Ele comentou que o presidente dos EUA, Donald Trump, está tentando ajustar as contas do país de forma confusa. Haddad também mencionou que, durante uma reunião com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, ficou claro que não faz sentido taxar países da América do Sul, que têm déficit comercial com os EUA. O secretário concordou e afirmou que é melhor negociar.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que a globalização favoreceu a China em maior medida do que os Estados Unidos. Em entrevista ao UOL, ele afirmou que essa disparidade contribui para a atual guerra comercial entre as duas potências. Haddad criticou a abordagem do presidente americano, Donald Trump, que tenta reequilibrar as contas públicas de forma “errática”.
Durante sua visita aos Estados Unidos, Haddad se reuniu com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent. O ministro destacou que não faz sentido impor taxas sobre países da América do Sul, que apresentam déficit comercial com os EUA. Ele mencionou que Bessent reconheceu essa incoerência e se mostrou aberto a negociações.
Haddad enfatizou que, embora os EUA tenham se beneficiado da globalização, a China se destacou ainda mais, gerando desconforto em Washington. Ele observou que a China representa um desafio significativo, sendo uma potência militar e econômica. A reunião teve como foco a promoção do marco legal de data centers no Brasil, uma iniciativa do governo brasileiro.
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