O Minhocão, uma via expressa de 3,4 km em São Paulo, continua gerando polêmica sobre seu futuro. Recentemente, o vice-prefeito Mello Araújo decidiu, sem consultar a população, criar vagas de estacionamento ao destruir parte do passeio que havia sido reformado. Essa mudança foi feita em um trecho de 100 metros e, segundo ele, visa combater o acúmulo de lixo e a presença de moradores de rua. No entanto, essa ação pode prejudicar o trânsito e a ciclovia, além de ignorar alertas da Companhia de Engenharia de Tráfego sobre os riscos envolvidos. Enquanto isso, os ônibus estão circulando mais devagar na cidade, o que pode incentivar o uso de carros e motos. A situação do transporte coletivo em São Paulo continua complicada.
O Minhocão, via expressa de 3,4 km em São Paulo, continua a ser um ponto de controvérsia sobre sua utilidade e futuro. Recentemente, o vice-prefeito Mello Araújo (PL) implementou um “projeto-piloto” que resultou na destruição de parte do passeio, criando vagas de estacionamento sem consulta pública.
A ação ocorreu enquanto o titular da prefeitura, Ricardo Nunes (MDB), estava ausente. Mello Araújo justificou a medida como uma forma de combater o acúmulo de lixo e objetos, associando a presença de moradores de rua ao problema. A decisão, no entanto, ignora alertas sobre os riscos ao trânsito e à ciclovia.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) havia emitido um documento destacando os perigos da entrada e saída de veículos em uma via arterial, onde o estacionamento não é prioridade. A medida também contrasta com um relatório que aponta a lentidão dos ônibus na cidade, que circulam cada vez mais devagar.
A proposta de transformar o Minhocão em um parque suspenso, semelhante ao High Line de Nova York, ou até mesmo sua demolição, ainda estão em debate. O cenário atual reflete um planejamento deficiente da mobilidade urbana em São Paulo, que enfrenta desafios significativos para promover um transporte coletivo eficiente e sustentável.
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