Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministério Público denuncia 18 policiais militares por assassinato de empresário em SP

Ministério Público de São Paulo denuncia 18 policiais militares pela morte de delator do PCC, Antônio Vinícius Gritzbach, em Guarulhos.

0:00
Carregando...
0:00

O Ministério Público de São Paulo denunciou 18 policiais militares pela morte do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que foi assassinado em novembro de 2024 no aeroporto de Guarulhos. Três policiais foram acusados de executar o crime, enquanto outros quatorze enfrentam acusações por transgressão disciplinar, já que faziam parte da escolta de Gritzbach. A Justiça Militar está analisando a denúncia em sigilo. Gritzbach, que era delator do PCC, foi morto em um local público e estava envolvido em processos judiciais relacionados a crimes. A investigação aponta que os policiais tinham conhecimento das atividades criminosas do empresário. A defesa dos policiais nega as acusações, afirmando que eles não estavam envolvidos no assassinato. Além disso, um tenente foi indiciado por falsidade ideológica e prevaricação por alterar escalas de trabalho para encobrir faltas de um soldado que acompanhava Gritzbach em uma viagem.

O Ministério Público de São Paulo denunciou dezoito policiais militares em conexão com o assassinato do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, ocorrido em novembro de 2024 no aeroporto de Guarulhos. Gritzbach, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi morto após ser acusado de envolvimento em crimes.

Dentre os denunciados, três policiais foram acusados de executar o crime, enquanto quatorze enfrentam acusações de transgressão disciplinar por atuarem na escolta do empresário. A Justiça Militar analisa a denúncia em sigilo e todos os envolvidos estão presos há meses. A Promotoria de Justiça Militar apresentou a denúncia na última sexta-feira, incluindo um novo denunciado em relação ao indiciamento anterior.

A investigação aponta que Gritzbach foi assassinado por ordem de Carlos Gongorra Castilho, conhecido como Cigarreira, que teria ligações com o PCC. Gritzbach era réu por homicídio e havia fechado um acordo de delação premiada, admitindo envolvimento em crimes relacionados à facção. A defesa dos policiais contesta as acusações, afirmando que a escolta não participou do assassinato.

A denúncia também inclui um tenente indiciado por falsidade ideológica e prevaricação, acusado de alterar escalas de trabalho para encobrir faltas de um soldado que acompanhava Gritzbach em uma viagem. A Justiça Militar tem um prazo de quinze dias para decidir sobre a aceitação ou rejeição da denúncia.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais