O Tribunal Constitucional da Espanha está analisando um recurso contra a lei de amnistia, que foi contestada por várias entidades, incluindo o Partido Popular. Três juízes do setor conservador pediram a suspensão do processo até que o Tribunal de Justiça da União Europeia se manifeste sobre questões relacionadas à lei. Essa solicitação foi feita por César Tolosa, Enrique Arnaldo e Concepción Espejel, que sugerem que o tribunal aguarde a decisão da Justiça europeia ou que encaminhe uma questão prejudicial a ela. Outros juízes conservadores não apoiaram essa proposta. O Tribunal Constitucional já recebeu várias impugnações, incluindo uma do Tribunal de Contas e outra do Tribunal Supremo, que argumentam que a lei de amnistia pode violar o princípio de igualdade e não se alinha com as normas da União Europeia.
O Tribunal Constitucional da Espanha está em processo de análise de um recurso contra a lei de amnistia, impugnada por diversas entidades, incluindo o Partido Popular. A tramitação do recurso deve iniciar em junho, conforme informações de fontes do tribunal.
Recentemente, três magistrados do setor conservador solicitaram a suspensão da tramitação do recurso até que o Tribunal de Justiça da União Europeia se pronuncie sobre questões prejudiciais relacionadas à lei. Os magistrados César Tolosa, Enrique Arnaldo e Concepción Espejel argumentam que a suspensão é necessária até que o Tribunal Europeu se manifeste sobre as questões levantadas pelo Tribunal de Contas e pelo Tribunal Superior de Justiça da Catalunha.
A proposta dos magistrados inclui duas alternativas: suspender a tramitação ou que o Tribunal Constitucional encaminhe uma questão prejudicial ao Tribunal Europeu. A solicitação foi registrada junto ao tribunal e inclui um parecer que detalha as duas opções. Até o momento, outros magistrados do setor conservador, como Ricardo Enríquez e José María Macías, não se uniram à proposta.
O Tribunal Constitucional já recebeu quinze impugnações de comunidades autônomas, além de recursos do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, do Tribunal Supremo e do Partido Popular. O Tribunal de Contas e o Supremo já recorreram à Justiça europeia para esclarecer se a aplicação da lei de amnistia está em conformidade com o direito da União Europeia. Eles argumentam que a norma pode violar o princípio de igualdade entre os cidadãos e que crimes relacionados ao desvio de fundos para o referendo de 2017 não seriam passíveis de anistia.
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