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CPI da Transparência aprova condução coercitiva de empresário por falta em oitiva

CPI da Transparência da Alerj aprova condução coercitiva de Jorge Esteves, da Rio Parking, após falta à oitiva e atestado médico questionável.

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A CPI da Transparência da Alerj, que investiga problemas na gestão de depósitos públicos de veículos, tentou ouvir o dono da Rio Parking, Jorge Esteves, mas ele não compareceu, apresentando um atestado médico suspeito. Os deputados da comissão ficaram irritados e decidiram que ele será levado à força se não aparecer na próxima sessão. O atestado também será analisado. A Rio Parking, que tem contrato com o Detro, foi alvo de críticas por criar dificuldades na liberação de veículos e por ter instalações irregulares. A CPI já interditou um depósito da empresa e pediu a suspensão do contrato com o Detro devido ao aumento de veículos apreendidos. O presidente do Detro confirmou que o contrato será suspenso e que irregularidades foram notificadas à concessionária. A CPI também vai fiscalizar outro depósito da empresa e aprovou a presença obrigatória de representantes de outras empresas de reboque.

Integrantes da CPI da Transparência da Alerj investigam irregularidades na gestão de depósitos públicos de veículos, com foco na concessionária Rio Parking. O proprietário da empresa, Jorge Esteves, não compareceu à oitiva marcada para esta terça-feira, 13, apresentando um atestado médico considerado questionável. A comissão decidiu pela condução coercitiva de Esteves, que poderá ser preso se não comparecer à nova sessão agendada para o dia 23. O atestado será submetido a perícia.

Os deputados expressaram descontentamento com a ausência de Esteves. O presidente da comissão, Alan Lopes, destacou a gravidade das irregularidades, como instalações inadequadas e falta de cobertura nos pátios da concessionária. Na semana anterior, a CPI interditou um depósito da Rio Parking em Vargem Grande, após denúncias de que a empresa estaria dificultando a liberação de veículos e aumentando as tarifas diárias.

A CPI, que já foi prorrogada várias vezes, também enviou um ofício ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) solicitando a suspensão imediata do contrato da Rio Parking com o Detran. A justificativa é o aumento no número de veículos apreendidos, especialmente motocicletas, com 1.575 motos apreendidas em apenas 21 dias, sendo apenas três delas roubadas. O presidente do Detran, Leonardo Vasconcelos, confirmou que o contrato será suspenso devido às irregularidades encontradas.

Além disso, a CPI aprovou a presença coercitiva de representantes de outras empresas de reboque, como De Jesus Reboque, Jomal Auto Socorro e N Reis Reboque, para esclarecer possíveis irregularidades em suas operações. A fiscalização se estenderá a um pátio da Rio Parking em Mesquita.

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