Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministério Público pede condenação de sete acusados por incêndio no Ninho do Urubu

Ministério Público do Rio de Janeiro pede condenação de sete acusados pelo incêndio no Ninho do Urubu, que matou dez adolescentes em 2019.

0:00
Carregando...
0:00

O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a condenação de sete pessoas pelo incêndio culposo que aconteceu no Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo, em fevereiro de 2019. O incêndio resultou na morte de dez adolescentes e ferimentos em outros três. A investigação durou mais de três anos e ouviu mais de 40 testemunhas. O MP afirma que os acusados, que ocupavam cargos importantes no CT, são responsáveis pela tragédia, pois o local funcionava sem alvará e tinha problemas de segurança. Os acusados incluem diretores do Flamengo e engenheiros responsáveis pelos contêineres onde os jovens dormiam. O MP destacou que o incêndio poderia ter sido evitado, já que o CT tinha sido interditado várias vezes e não tinha um sistema de combate a incêndio. Além disso, as condições dos alojamentos dificultaram a fuga dos adolescentes durante o incêndio. As penas para os acusados podem variar de 1 ano e 4 meses a 4 anos.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a condenação de sete pessoas pelo incêndio culposo que ocorreu no Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo, em fevereiro de 2019. O incidente resultou na morte de dez adolescentes e ferimentos em outros três. O pedido foi feito pela Promotoria de Justiça vinculada à 36ª Vara Criminal da Capital.

Após uma investigação que durou mais de três anos, o MPRJ ouviu mais de quarenta testemunhas e concluiu que os acusados, que ocupavam cargos de responsabilidade no CT, tinham plena ciência das condições irregulares do local. O incêndio, que começou devido a um curto-circuito em um dos aparelhos de ar-condicionado, poderia ter sido evitado, segundo a promotoria.

Irregularidades no CT

O MPRJ destacou que o Ninho do Urubu operava sem alvará de funcionamento e já havia sido interditado diversas vezes por irregularidades. Além disso, o local apresentava falhas de segurança, como a falta de um sistema de combate a incêndios e a presença de materiais altamente inflamáveis nas estruturas dos contêineres que serviam como alojamento.

Os acusados incluem Antonio Marcio Mongelli Garotti e Marcelo Maia de Sá, ex-diretores do Flamengo, além de engenheiros e representantes da empresa responsável pelos contêineres. Embora onze pessoas tenham sido inicialmente denunciadas, algumas foram excluídas do processo por não estarem vinculadas ao fato ou por terem suas ações consideradas irrelevantes para o crime.

Consequências e Penas

O MPRJ argumenta que a tragédia, considerada a maior da história do Flamengo, poderia e deveria ter sido evitada. As penas para os acusados podem variar de um ano e quatro meses a quatro anos, com possibilidade de aumento. O caso segue em tramitação judicial, com a expectativa de que a justiça seja feita em memória das vítimas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais