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Bolsonaro acusa Alexandre de Moraes de tortura em delação de Mauro Cid

Bolsonaro acusa Alexandre de Moraes de tortura na delação de Mauro Cid, que nega irregularidades. Tensão aumenta nas investigações.

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Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, acusou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de tortura durante a delação de Mauro Cid, seu ex-ajudante. Bolsonaro afirmou que Cid foi pressionado a mentir para proteger sua família, mencionando que Moraes teria feito ameaças relacionadas à segurança de seus parentes. Ele disse que essa abordagem é uma forma moderna de tortura, referindo-se a ela como “pau de arara do século 21”. Apesar das acusações de Bolsonaro, Cid negou que tenha havido irregularidades em sua delação e afirmou que estava apenas sensível devido à sua situação pessoal. Ele perdeu tudo o que tinha e foi chamado para esclarecer áudios em que criticava Moraes e mencionava pressão para confirmar informações falsas.

Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de tortura durante a delação premiada de Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens. Em entrevista ao Canal UOL, Bolsonaro afirmou que Cid foi pressionado a mentir para proteger sua família, alegando que o ministro fez ameaças relacionadas à esposa e à filha de Cid.

Bolsonaro descreveu a situação como um “pau de arara do século 21”, referindo-se a métodos de interrogatório coercitivos. Ele afirmou que Cid não mentiu, mas foi forçado a fazer a delação sob pressão. O ex-presidente declarou que a delação deve ser espontânea e verdadeira, e que Cid foi “torturado” em suas circunstâncias.

Por outro lado, Mauro Cid negou irregularidades em sua delação. Em março do ano passado, ele foi convocado ao gabinete de Moraes para esclarecer áudios vazados que sugeriam que estava sendo pressionado a confirmar informações falsas à Polícia Federal. Cid afirmou que estava “sensível” devido à sua situação e que havia perdido “tudo o que tinha”.

As declarações de Bolsonaro sobre tortura e pressão na delação de Cid geraram repercussão e levantaram questões sobre a legalidade e a ética dos métodos utilizados nas investigações. A situação continua a ser monitorada por especialistas e pela opinião pública, enquanto as investigações sobre as ações de Bolsonaro e Cid prosseguem.

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