Eliazer Rodella, que era o comandante da Guarda Civil Metropolitana, pediu para deixar o cargo após ser afastado em abril por denúncias de violência doméstica feitas por sua ex-mulher, Samara Rocha Bragantini. O prefeito Ricardo Nunes oficializou a saída de Rodella, que ainda é servidor da GCM enquanto a investigação na corregedoria continua. A ex-mulher dele afirmou que sofreu agressões físicas e psicológicas, incluindo durante a gestação do segundo filho. O subcomandante Ailton Rodrigues de Oliveira assumiu interinamente a liderança da guarda. A prefeitura informou que a apuração dos fatos segue em sigilo.
Eliazer Rodella, comandante da Guarda Civil Metropolitana, foi afastado em abril após denúncias de violência doméstica feitas por sua ex-mulher, Samara Rocha Bragantini. Ele pediu para deixar o cargo, e sua saída foi oficializada pelo prefeito Ricardo Nunes, conforme publicado no Diário Oficial do município nesta quinta-feira, 8 de maio.
Rodella estava afastado desde o dia 4 de abril, quando sua ex-mulher o acusou de agressões físicas e psicológicas. Ele assumiu a função de comandante em janeiro deste ano. A prefeitura informou que Rodella continua como servidor da GCM enquanto a investigação na corregedoria segue em andamento e é protegida por sigilo.
Com a saída de Rodella, o subcomandante Ailton Rodrigues de Oliveira assume interinamente a responsabilidade pela Guarda Civil Metropolitana. Desde o afastamento, Rodella não concedeu entrevistas e não foi possível contatá-lo. Em depoimentos, Samara afirmou ter sido agredida ao menos três vezes, incluindo uma ocasião durante a gestação do segundo filho.
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