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Brasileiro é preso por vender green cards falsos e cartões de Seguro Social nos EUA

Brasileiro Liene Tavares de Barros se declarou culpado por vender documentos falsos nos EUA e pode enfrentar até 15 anos de prisão.

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Liene Tavares de Barros, um brasileiro de 40 anos, foi preso em março por vender documentos falsos, como “green cards” e cartões de Seguro Social. Ele admitiu sua culpa e confessou que entrou ilegalmente nos Estados Unidos após ser deportado em julho de 2020. Um policial disfarçado comprou os documentos dele por 250 dólares em outubro de 2024. A sentença será dada em junho de 2024 e Liene pode enfrentar até 15 anos de prisão e multas que somam até 500 mil dólares. Após cumprir a pena, ele deverá ser deportado de volta ao Brasil.

Um brasileiro, Liene Tavares de Barros, de 40 anos, foi acusado de vender green cards e cartões de Seguro Social falsificados em Massachusetts. Ele admitiu sua culpa na última quinta-feira e enfrenta uma sentença marcada para junho de 2024.

Liene foi deportado dos Estados Unidos em julho de 2020 e retornou ao país ilegalmente. Em março de 2024, ele foi preso após uma investigação que revelou suas atividades ilícitas. Um policial disfarçado comprou um cartão do Seguro Social e um green card por 250 dólares, cerca de R$ 1,4 mil.

As autoridades foram alertadas sobre a venda de documentos falsos em meados de 2024. Após a primeira compra, Liene vendeu novamente documentos falsificados para um agente em dezembro do mesmo ano. O Departamento de Justiça dos EUA informou que, após cumprir sua pena, ele será deportado novamente para o Brasil.

A acusação de fornecer documentos falsos pode resultar em uma multa de até 250 mil dólares e uma pena de até 15 anos de prisão. Além disso, a reentrada não autorizada nos EUA pode acrescentar mais dois anos de prisão e outra multa de 250 mil dólares. No total, as penalidades podem ultrapassar R$ 2,8 milhões.

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