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Procurador-geral pede aumento da pena de Cristina Kirchner para 12 anos de prisão

Procurador-geral pede aumento da pena de Cristina Kirchner para 12 anos e a condena por associação criminosa. Suprema Corte analisa o caso.

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O procurador-geral da Argentina pediu à Suprema Corte que aumente a pena da ex-presidente Cristina Kirchner de seis para doze anos de prisão por corrupção. Cristina já foi condenada em 2022 e 2024 por administração fraudulenta em obras rodoviárias durante seu mandato. Ela apelou da condenação, e a Suprema Corte solicitou a opinião do procurador, que também pediu que ela seja condenada por associação criminosa. O tribunal vai analisar o caso, mas não há prazo para a decisão. Se o recurso de Cristina for negado, ela pode pedir prisão domiciliar por causa da idade. A expectativa é alta, especialmente porque a Argentina terá eleições para renovar o Parlamento em breve.

O procurador-geral da Argentina, Eduardo Casal, solicitou à Suprema Corte, nesta quinta-feira (15), que a pena da ex-presidente Cristina Kirchner seja aumentada de seis para doze anos de prisão. Cristina foi condenada por corrupção relacionada a obras rodoviárias durante seu mandato, que ocorreu entre 2007 e 2015. Além disso, o procurador pede que ela seja condenada por associação criminosa.

Cristina Kirchner já havia sido condenada em 2022 e 2024 a seis anos de prisão e inabilitação política perpétua por “administração fraudulenta”. Em 31 de março, a ex-presidente recorreu da decisão ao máximo tribunal do país, que pediu o parecer do procurador antes de analisar o caso.

Os juízes da Suprema Corte estão prontos para avaliar o pedido, mas ainda não há um prazo definido para a decisão. Caso o recurso de Cristina seja negado, ela poderá solicitar prisão domiciliar devido à sua idade. A expectativa em torno do veredito aumenta, especialmente em um ano eleitoral, quando a Argentina realizará eleições de meio de mandato para renovar o Parlamento.

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