Servidores federais do Ministério da Cultura estão em greve desde 29 de abril, pedindo melhorias nas condições de trabalho e um plano de carreira que esperam desde 2005. No dia 20 de maio, eles vão se encontrar com o presidente Lula e a ministra Margareth Menezes no Palácio Capanema, onde esperam que o plano de carreira seja anunciado. O grupo inclui servidores do Iphan, Biblioteca Nacional, Fundação Palmares, Ibram e Funarte, e eles também desejam ter a chance de se manifestar durante o evento. A expectativa é alta, pois a ministra Esther Dweck já teria dado sinais positivos sobre o assunto em reuniões anteriores. Atualmente, 22 estados estão em greve, e no Rio de Janeiro, órgãos como o Iphan e a Biblioteca Nacional estão com as atividades paralisadas.
Servidores federais do Ministério da Cultura estão em greve desde 29 de abril, reivindicando melhorias nas condições de trabalho e um plano de carreira que esperam desde 2005. No dia 20 de maio, eles aguardam um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Cultura, Margareth Menezes, no Palácio Capanema, no Centro do Rio de Janeiro.
A expectativa é que o plano de carreira da categoria seja finalmente anunciado. O grupo, que inclui servidores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Biblioteca Nacional, Fundação Palmares, Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e Fundação Nacional de Artes (Funarte), também deseja ter a oportunidade de se manifestar durante o ato programado para o mesmo dia.
A pressão por melhorias é intensa, já que a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, sinalizou positivamente em reuniões anteriores. Atualmente, 22 estados estão em greve, com órgãos como o Iphan e a Biblioteca Nacional paralisando suas atividades no Rio de Janeiro. A mobilização reflete a insatisfação com a falta de avanços nas negociações e a urgência por um plano que atenda às demandas da categoria.
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