Um diplomata sueco de alto escalão, que foi interrogado pela Säpo, a agência de inteligência da Suécia, por suspeita de espionagem, foi encontrado morto após ser liberado. Ele negou qualquer irregularidade, mas ainda estava sob suspeita. A ministra das Relações Exteriores, Maria Malmer Stenergard, expressou tristeza pela morte do diplomata e se solidarizou com sua família e colegas. A polícia afirmou que não há circunstâncias suspeitas em torno da morte. O advogado do diplomata confirmou que ele havia feito um relatório sobre abusos durante sua prisão, que está sendo investigado. Além disso, há rumores de que a morte pode estar ligada à renúncia do novo conselheiro de segurança nacional, Tobias Thyberg, que deixou o cargo logo após sua nomeação. O diplomata tinha mais de 50 anos e havia passado muito tempo fora da Europa, retornando temporariamente a Estocolmo.
Um diplomata sueco de alto escalão foi encontrado morto após ser interrogado pela agência de inteligência da Suécia, a Säpo, sob suspeita de espionagem. O homem, que negou qualquer irregularidade, foi preso no domingo e liberado na quarta-feira. A polícia não considera suspeitas em sua morte.
A ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard, expressou seu pesar pela perda do diplomata, destacando que o dia foi difícil para seus colegas. O ex-ministro das Relações Exteriores, Carl Bildt, o descreveu como um “embaixador tragicamente falecido”, ressaltando suas habilidades e experiência em diversas funções no ministério.
Investigações sobre a prisão e possíveis abusos estão em andamento. O advogado do diplomata, Anton Strand, afirmou que seu cliente buscou tratamento médico para lesões e apresentou um relatório sobre uso excessivo de força durante a detenção. A Säpo declarou que a prisão ocorreu de forma pacífica.
Além disso, surgiram relatos não confirmados sobre uma possível ligação entre a morte do diplomata e a renúncia do novo conselheiro de segurança nacional, Tobias Thyberg. Thyberg deixou o cargo horas após assumir, em meio a um escândalo envolvendo fotos suas em um aplicativo de relacionamento. O promotor Per Lindqvist lamentou a morte e afirmou que a investigação sobre a suspeita de espionagem ainda não foi concluída.
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