Raúl Asencio, zagueiro do Real Madrid, e três ex-companheiros foram acusados de compartilhar vídeos íntimos de duas jovens, uma delas menor de idade, sem consentimento. A investigação começou após uma denúncia em setembro de 2023. O juiz esclareceu que Asencio não participou da gravação, mas ainda assim ele enfrenta acusações por revelar segredos e por pornografia infantil, pois sabia que uma das jovens era menor. O processo criminal foi aberto e as vítimas estão apresentando sintomas de estresse pós-traumático. A denúncia afirma que Asencio recebeu um vídeo em junho de 2023 e o mostrou a outra pessoa. Os outros acusados também estão envolvidos, e a investigação revelou que um deles gravou o vídeo sem o consentimento das jovens. O caso está em andamento, e o Ministério Público pode apresentar as acusações formais em breve.
O zagueiro do Real Madrid, Raúl Asencio, e três ex-companheiros de equipe foram processados por compartilhar vídeos íntimos de duas jovens, uma delas menor de idade. A investigação teve início após uma denúncia em setembro de 2023, que levou à detenção dos atletas.
O juiz responsável pelo caso esclareceu que Asencio não participou da gravação dos vídeos, mas manteve a acusação por revelação de segredos e pornografia infantil. O magistrado admitiu um erro ao incluir o jogador na ordem de processamento, afirmando que não há indícios de sua participação na captura das imagens. No entanto, Asencio é acusado de ter solicitado o vídeo e de mostrá-lo a uma terceira pessoa.
As vítimas apresentaram sintomas de estresse pós-traumático devido aos eventos. O caso remonta a junho de 2023, quando os acusados, com idades entre 20 e 21 anos, se encontraram com as jovens em um clube de praia nas Ilhas Canárias. Durante o encontro, um dos jogadores gravou relações sexuais sem o consentimento das jovens e compartilhou o material via WhatsApp, mesmo após pedidos para que fosse deletado.
Além de Asencio, os outros acusados são Andrés García, Ferrán Ruiz e Juan Rodríguez. O processo criminal foi oficialmente aberto, e o Ministério Público agora pode apresentar as acusações e solicitar o julgamento dos envolvidos. Eles enfrentam possíveis condenações por violação de privacidade, distribuição de conteúdo sem consentimento e posse de pornografia infantil.
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