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Corinthians é citado em investigação da polícia sobre ligação com o PCC

Corinthians é investigado por desvio de R$ 1,07 milhão ligado ao PCC; impeachment de Augusto Mello será votado em 26 de maio.

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O Corinthians está passando por uma crise após ser ligado ao PCC por causa de um desvio de R$ 1.074.150,00 em um contrato de patrocínio com a Vai de Bet. A Polícia Federal descobriu que uma empresa fantasma foi usada para desviar esse dinheiro, que acabou em uma empresa associada ao PCC. O clube se diz vítima e a votação para o impeachment do presidente Augusto Mello está marcada para 26 de maio, com quatro pedidos de destituição, incluindo um relacionado a esse caso. O delegado responsável pela investigação afirmou que o Corinthians foi prejudicado por um grupo criminoso. O clube se isentou de responsabilidade por movimentações financeiras que não foram feitas diretamente em suas contas. Mello prestou depoimento e pode ser indiciado. Um delator apontou pessoas ligadas ao PCC como responsáveis pela lavagem de dinheiro no futebol. As empresas envolvidas negam as acusações e afirmam não ter conhecimento sobre as movimentações suspeitas.

O Corinthians enfrenta uma crise após ser vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) devido a um desvio de R$ 1.074.150,00 em um contrato de patrocínio com a Vai de Bet. A Polícia Federal (PF) concluiu que a Rede Social Media, responsável pela intermediação do acordo, utilizou uma empresa fantasma para desviar os valores.

A investigação, que durou quase um ano, revelou que o dinheiro foi transferido para a Football Talent Intermediação, considerada um braço do PCC. O clube se declara vítima nesse esquema, enquanto a votação do impeachment do presidente Augusto Mello está agendada para o dia 26 de maio. Mello é alvo de quatro pedidos de destituição, sendo um deles relacionado ao caso da Vai de Bet.

O delegado Tiago Fernando Correia, que lidera o inquérito, afirmou que o Corinthians foi lesado por uma associação criminosa envolvida em lavagem de dinheiro. Em nota, o clube se isentou de responsabilidade sobre qualquer movimentação financeira que não tenha sido feita diretamente em suas contas. As suspeitas sobre os dirigentes permanecem, e Mello prestou depoimento em abril, correndo o risco de indiciamento.

Vinícius Gritzbach, que fez um acordo de delação premiada, apontou Danilo Lima de Oliveira, conhecido como Tripa, e Rafael Maeda Pires, o Japa do PCC, como os principais responsáveis pela lavagem de dinheiro no futebol. A UJ Football Talent, que nega as acusações, afirmou não ter conhecimento sobre movimentações envolvendo empresas fantasmas. A Lion Soccer Sports também se defendeu, alegando que Tripa é apenas sócio administrador e que não possui vínculos com os fatos investigados.

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