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Entidade dos funcionários do INSS é acusada de realizar descontos irregulares

Aposentada de 90 anos processa a Anasps por descontos ilegais em sua pensão. Caso revela esquema que afeta muitos beneficiários do INSS.

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A Polícia Federal está investigando um esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS, que envolve a Anasps e a empresa Amigo Center, ligada a Antonio Carlos Camilo Antunes. Maria da Conceição Ramos, uma aposentada de 90 anos, processou a Anasps por ter descontado R$ 2.300 de sua pensão sem autorização. Ela afirma que nunca se associou à entidade e quer a devolução do dinheiro. Maria, que trabalhou como técnica do INSS, descobriu que esses descontos ocorreram nos últimos cinco anos, afetando sua renda. Embora a Anasps não esteja entre as entidades sob investigação, enfrenta processos de aposentados que alegam cobranças indevidas. Maria também mencionou outras três associações que fizeram débitos não autorizados, totalizando cerca de R$ 10.000. O advogado dela, Rafael Tizei, disse que a Anasps fez 60 descontos em sua aposentadoria e pediu a suspensão dos débitos e a devolução dos valores. A Anasps, ao ser questionada, afirmou não ter conhecimento de reclamações sobre descontos ilegais. O caso de Maria da Conceição mostra como esse problema afeta muitos aposentados no Brasil.

A Polícia Federal investiga um esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS, envolvendo a Associação Nacional de Servidores Públicos da Previdência e da Seguridade Social (Anasps) e a empresa Amigo Center, ligada a Antonio Carlos Camilo Antunes.

Maria da Conceição Ramos, aposentada de 90 anos, processa a Anasps por descontos não autorizados em sua pensão, que totalizam R$ 2.300. Ela afirma que nunca se associou à entidade e exige a devolução dos valores. A aposentada, ex-técnica do INSS, descobriu que sofreu esses descontos nos últimos cinco anos, o que prejudicou sua subsistência.

A Anasps, embora não esteja entre as 11 entidades sob investigação, enfrenta processos judiciais de aposentados que alegam cobranças indevidas. Maria da Conceição é uma das vítimas, e seu advogado, Rafael Tizei, destaca que os descontos comprometem os parcos rendimentos da aposentada, que vive com filhos em sua casa.

Além da Anasps, a aposentada menciona outras três associações que também realizaram débitos não autorizados. A defesa estima que os descontos totalizam R$ 10.000 no período. O advogado afirma que a Anasps foi responsável por 60 descontos em sua aposentadoria. A ação judicial requer a suspensão dos débitos e a devolução dos valores cobrados de forma ilegal.

A Anasps, ao ser contatada, declarou não ter conhecimento de qualquer reclamação sobre descontos ilegais. O caso de Maria da Conceição ilustra a gravidade do esquema que afeta muitos aposentados e pensionistas no Brasil.

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