Fernando Haddad, ministro da Fazenda e membro do PT, afirmou que o partido vai dar “trabalho” à extrema direita nas eleições de 2024. Ele fez essa declaração durante um evento de campanha para a presidência do partido, onde Edinho Silva recebeu apoio após a desistência de Washington Quaquá. Haddad, que faz parte da corrente majoritária do PT, a CNB, destacou que o partido está pronto para enfrentar a direita e mencionou a expectativa de reeleição do presidente Lula. A desistência de Quaquá, que ocorreu após uma reunião com a ministra Gleisi Hoffmann, ajudou a unir o grupo em torno da candidatura de Edinho Silva. A eleição para a presidência do PT terá quatro candidatos: além de Silva, também concorrem Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira. Essa movimentação interna mostra que o partido busca uma estratégia forte para as eleições, visando fortalecer a imagem de Lula.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que o PT dará “trabalho” à extrema direita nas eleições de 2024. A afirmação ocorreu durante um evento de campanha para a presidência do partido, onde o ex-prefeito de Araraquara, Edinho Silva, recebeu apoio após a desistência de Washington Quaquá.
Haddad, membro da corrente majoritária do PT, a CNB, enfatizou que o partido está preparado para enfrentar a direita nas próximas eleições. “O ano que vem nós vamos dar trabalho pra essa extrema direita escrota que está aí”, afirmou o ministro, destacando a expectativa de reeleição do presidente Lula.
A desistência de Quaquá, anunciada após uma reunião com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, contribuiu para a unidade do grupo em torno da candidatura de Edinho Silva. A eleição para a presidência do PT contará com quatro candidatos: além de Silva, também estão na disputa Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira.
A movimentação interna no partido reflete a busca por uma estratégia sólida para as eleições, visando consolidar a posição do PT frente à oposição. A expectativa é que a unidade do partido fortaleça a campanha e a imagem de Lula, que busca novamente a presidência.
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