Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Embaixadas de Israel reforçam segurança após ataque em Washington

Dois funcionários da embaixada de Israel em Washington foram mortos em um ataque antissemito. Suspeito foi preso após gritar "Palestina Livre".

0:00
Carregando...
0:00

Dois funcionários da embaixada de Israel em Washington foram mortos em um ataque considerado antissemitismo. O crime ocorreu na quarta-feira, quando Yaron Lischinsky e Sarah Lynn Milgrim foram baleados ao sair de um evento no Museu Judaico. O suspeito, Elias Rodriguez, de 31 anos, foi preso no local após gritar “Palestina Livre”. A segurança em consulados e locais judaicos foi aumentada em várias cidades, como Washington, Paris, Roma e Berlim. A chefe da Polícia Metropolitana, Pamela A. Smith, anunciou mais policiamento em áreas com comunidades judaicas. O ataque está sendo tratado como terrorismo e crime de ódio. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, convocou uma reunião com líderes religiosos e autoridades para discutir segurança. O presidente dos EUA, Donald Trump, chamou o ataque de crime antissemita e afirmou que o ódio não é aceitável nos Estados Unidos. Lischinsky e Milgrim eram um casal, e o embaixador de Israel revelou que Lischinsky planejava pedir Milgrim em casamento em Jerusalém. O ataque aconteceu em uma área central de Washington, perto de instituições governamentais importantes.

Dois funcionários da embaixada de Israel em Washington foram assassinados em um ataque classificado como antissemitismo. O crime ocorreu na noite de quarta-feira, quando Yaron Lischinsky e Sarah Lynn Milgrim foram alvejados ao deixarem um evento no Museu Judaico da Capital. O suspeito, Elias Rodriguez, de 31 anos, foi preso no local após gritar “Palestina Livre”.

A segurança em consulados e locais judaicos foi intensificada em várias cidades, incluindo Washington, Paris, Roma e Berlim. A chefe da Polícia Metropolitana, Pamela A. Smith, anunciou um aumento na presença policial em áreas com comunidades judaicas e locais religiosos. “Estamos lado a lado com nossa comunidade judaica”, afirmou durante uma coletiva.

O ataque, que deixou a comunidade judaica em alerta, está sendo investigado como um ato de terrorismo e crime de ódio. A prefeita de Washington, Muriel Bowser, convocou uma reunião emergencial com líderes religiosos e autoridades policiais para discutir medidas de segurança. O presidente dos EUA, Donald Trump, também se manifestou, classificando o episódio como um crime antissemita e reafirmando que “o ódio e o radicalismo não têm lugar nos Estados Unidos”.

Lischinsky e Milgrim eram um casal, e o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, revelou que Lischinsky planejava pedir Milgrim em casamento em uma viagem a Jerusalém. O ataque ocorreu em uma área central de Washington, próxima a importantes instituições governamentais.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais