Cristiane de Silva, uma brasileira envolvida nos ataques de 8 de janeiro, foi deportada dos Estados Unidos e chegou a Fortaleza, onde foi levada à Polícia Federal. Ela tem um mandado de prisão por associação criminosa e foi condenada a um ano de prisão, pena que foi convertida em restrições de direitos. Cristiane nega ter cometido crimes e diz que os ataques foram uma armadilha da esquerda, afirmando que estava em Brasília apenas para passear. Antes de ser deportada, ela estava presa em El Paso, Texas, desde 21 de janeiro, um dia após a posse de Donald Trump. Cristiane e outras três brasileiras fugiram para o exterior após os ataques, passando por vários países. A defesa dela ainda não comentou sobre um pedido de soltura, e a situação se complica porque ela não aceitou um acordo oferecido pelo Ministério Público. Ela continua a afirmar que não participou dos ataques e que os eventos foram orquestrados por infiltrados.
Cristiane de Silva, uma das brasileiras envolvidas nos ataques de 8 de janeiro, foi deportada dos Estados Unidos e chegou a Fortaleza (CE) na tarde de hoje. A garçonete, de 33 anos, foi levada à Superintendência da Polícia Federal, onde enfrenta um mandado de prisão por associação criminosa.
Cristiane foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a um ano de prisão, pena que foi convertida em restrições de direitos. Ela nega ter cometido crimes e afirma que os ataques foram uma “armadilha da esquerda”. Em entrevista, declarou que estava em Brasília apenas para “passear” e se considera injustiçada.
Antes de ser deportada, Cristiane estava detida em El Paso, Texas, onde foi presa em 21 de janeiro, um dia após a posse de Donald Trump. Ela e outras três brasileiras fugiram para o exterior após os ataques, passando por Argentina, Colômbia, Panamá e México. Enquanto isso, outras brasileiras envolvidas nos ataques enfrentam penas severas nos EUA.
A defesa de Cristiane ainda não se manifestou sobre um possível pedido de soltura. A situação dela se complica, pois, além do mandado de prisão, ela não aceitou um acordo de não persecução penal oferecido pelo Ministério Público. A garçonete continua a afirmar que não participou dos ataques e que os eventos de 8 de janeiro foram orquestrados por infiltrados.
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